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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Mirando Joan Miró

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Ainda que o sol vá marcando presença nos nossos céus e que, por isso, apeteça um programa ao ar livre, não posso deixar de sugerir uma visita à exposição que junta as obras de Joan Miró, mostradas ao público pela primeira vez, na Casa de Serralves.

A exposição designada "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" integra obras de um período de seis décadas da carreira do artista catalão, de 1924 a 1981, e mostra de forma particular a transformação das linguagens pictóricas que o pintor começou a desenvolver em meados dos anos 20 do século passado, dando conta das suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria.

Um mergulho na floresta

Adepto confesso da vida marinha e amante, por inerência, de mergulho, não podia deixar de sugerir um dos melhores espaços para presenciar in loco este maravilhoso ambiente: o Oceanário de Lisboa.

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 Contudo, hoje, a sugestão não passa diretamente pela visita à exposição permanente (mesmo que mais uma visita nunca seja demais), mas sim pela visita à exposição que neste momento está patente temporariamante naquele espaço. Falo de "Florestas Submersas by Takashi Amano", uma exposição que apresenta as florestas tropicais através de magníficos aquários.

A visita converte-se numa experiência muito estimulante sensorialmente, com os cheiros e os sons da floresta bastante presentes. Uma festa para os sentidos que alcança a plenitude quando se conjuga a visão do maior "nature aquarium" do mundo, com 40 metros de comprimento e 160 mil litros de água doce, com a música original, criada pelo músico e compositor Rodrigo Leão.

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  Sem dúvida, uma experiência de contemplação, relaxamento, quietude e simplicidade.

Um novo espaço

A arquitetura sempre se constituiu um fascínio pela capacidade de reconstrução e reinvenção.

Adepto de casas com grandes espaços abertos, linhas direitas e muito "clean" no que diz respeito a adereços, desta vez, não pude deixar de reparar na reconstrução que foi feita num pequeno lote na Avenida da Boavista, no Porto, local de ruínas de uma antiga casa.

A nova Boavista House constitui-se num exemplo de sentido prático apurado, imperando um notável aproveitamento do (pouco) espaço disponível e da luminosidade do local. Conjuga-se, assim, num espaço acolhedor e em que as madeiras dão aquele toque de aprazibilidade característico do que é natural.

Um espaço minimalista onde nem falta um jardim interior.

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