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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Uma "pizza" verde

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Esta imagem foi a inspiração para o último devaneio gastronómico: uma "pizza" inteiramente vegetariana, mas, igualmente, deliciosa.

Confessa-se, logo de início, que a receita original foi (muito) adulterada e simplificada (os mais perfecionistas podem seguir o link e cumprir escrupulosamente todos os passos - depois, passem por aqui e digam como ficou).

Começou-se logo por alterar a base. Foi usada uma folha para wrap (daquelas muito saudáveis, com muitas sementes disto e daquilo), mas também pode ser usada uma folha para tortilha ou uma tradicional base de pizza, daquelas de compra. Neste caso, demora um pouco mais de tempo, pois tem de ir ao forno.

Depois, fatiou-se finamente uma beringela, cujas fatias foram espalhadas num tabuleiro e polvilhadas com sal, durante pelo menos meia-hora, para retirar alguma da sua humidade.

Para o pesto, torraram-se, levemente, uns pinhões, que foram depois bem misturados, num liquidificador, com azeite, sumo de limão, folhas de manjericão, um pouco de alho, sal e pimenta.

No momento de comer, enquanto se grelham, numa chapa, as fatias de beringela, tosta-se, levemente, numa frigideira, a folha para wrap. A seguir, espalha-se por cima desta, uma boa porção de pesto e dispõem-se as fatias de beringela.

A frescura e o verde são dados pelas folhas de rúcula e de manjericão que se espalham por cima. Por fim, rega-se tudo com um fio de azeite e com pimenta preta moída no momento.

Obrigado, Sega, pelo regresso ao passado

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Estas imagens trazem-lhe algo à memória? Bons tempos, certamente. Pela diversão e pela idade... que já lá vai....

Pois é, a Sega, preocupada com o crescimento das suas gerações de consumidores, colocou on-line uma forma de aceder à nostalgia dos verdes (ou outra qualquer cor que mais convier) anos. Desta forma, estão à disposição de todos, para jogar nas consolas do momento, os nossos smartphones e tablets, velhos (como custa escrever esta palavra!) títulos que tantas horas de diversão proporcionaram.

Estas maravilhas - e os novos títulos que já estão prometidos - estão disponíveis para iOS e para Android e, o melhor de tudo, é que são gratuitos. Bem, quanto a isto, tudo tem um preço. E, neste caso, o preço a pagar é a publicidade (caso não se queira pagar pela versão "limpa").

Já passava muito tempo ao smartphone? Agora, tem mais um (bom) motivo para não o largar.

O verão trouxe mais duas Linces

A marca portuguesa de cerveja artesanal, Lince, lançou dois novos produtos para este verão, "Blonde" e "American IPA".

A primeira, uma aposta no formato "mini" (25 cl), promete manter a frescura até ao último gole, enquanto que a segunda se distingue pelo aroma forte do frutado e pelo equilibrado amargo dos maltes. Em qualquer um dos casos foi cumprido o prometido.e estas duas novas apostas da marca, que se juntam à já existente "Belgian Pale Ale", constituem-se como uma excelente alternativa para todos aqueles que preferem saborear uma alternativa às cervejas tradicionais e massificadas.

A Lince, como cerveja artesanal que é, demarca-se, obviamente, pelo sabor singular e ímpar, mas também por utilizar, na sua produção, unicamente componentes naturais, desde a água ao lúpulo.

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