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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

A maldição do vermelho

Estas palavras não deveriam ser sobre uma cor, fosse ela qual fosse. Acontece é que, mais uma vez, a cor impôs-se às palavras. A demoníaca cor, ou simplesmente o vermelho, voltou a ganhar um protagonismo indevido e até, digamos, indecoroso.

Fujamos, pois, da maldição que cola os olhos e a mente ao que quer que seja vermelho e sejamos mais fortes.

Se se perguntar a um homem qual é o seu carro de eleição, há francas, para não dizer muitas possibilidades, de se obter como resposta, isto...

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 ... e isto é (para quem ainda não percebeu) um Porsche 911. 

Este é, sem margem para dúvidas, um dos modelos mais sonhados e cobiçados por todos aqueles que apreciam um bom carro. Entende-se o adjetivo bom como um compêndio de tudo o que se possa imaginar e esperar de um automóvel. Sim, a palavra perfeito também conta!

Sabendo e aproveitando esse fascínio, a Porsche adicionou mais um membro à já extensa família 911: o novíssimo GT3.

Desde logo, o Porsche 911 GT3 não é um carro banal, - nem o podia ser, pois trata-se de um Porsche! - é um carro de corridas devidamente legalizado para ser conduzido nas estradas. O seu capot esconde o mesmo motor que os seus irmãos 911 que ganham a vida a fazer corridas. 

Esta maravilha da engenharia, arquitetura e demais ciências envolvidas na sua conceção, usa um motor de 4,0 l com seis cilindros, capaz de debitar 500 cv, para atingir nuns alucinantes 3,2 segundos os 100 km/h e só parar quando chega perto dos 320 km/h. Para garantir uma maior estabilidade, agilidade e segurança, a marca alemã dotou este automóvel com um sistema que move o eixo traseiro em concordância com as rodas dianteiras, isto é, as rodas traseiras viram para o mesmo lado ou para o lado contrário das rodas da frente, dependendo da velocidade a que circula o carro.

Por dentro, este Porsche 911 GT3 também não desilude. Remete, igualmente, para o universo das corridas automobilísticas, mostrando-se elegante, confortável e arrojado.

Eis, o Porsche 911 GT3.

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O primeiro Cavallino Rampante saiu à rua há 70 anos

A Ferrari está em festa.

Tudo porque esta semana passam 70 anos desde que Enzo Ferrari fez primeiro test-drive pelas ruas de Maranello, o berço da marca, em Itália, ao volante de um (Ferrari) 125 S.

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Para comemorar a efeméride, a Ferrari fez o que, garantidamente, sabe fazer de melhor: criou mais um (super)carro, o LaFerrari Aperta.

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Palavras para quê?

Importa, ainda, referir que esta obra prima italiana, para além da beleza que salta à vista de todos, oferece performances de outro mundo, proporcionadas pelo motor de 963 cv de potência combinada, entre o seu motor V12 de 6262 cc e 800 cv e o motor elétrico de 163 cv, num binário de mais de 900 Nm. Torna-se, por isso fácil ultrapassar os 350 Km/h de velocidade máxima em cerca de 15 segundos, já que passamos pelos 100 Km/h em menos de 3 s e pelos 200 Km/h em menos de 7 s.

Caso seja seu desejo associar-se às celebrações dos 70 anos da Ferrari, comprando este carro, fica a saber que os 200 que foram produzidos já estão todos vendidos, pelo que terá de escolher outro modelo da marca

Não se fique, contudo, a pensar que a Ferrari não se preocupa com os seus fãs espalhados pelo mundo. Assim, para que todos tenham oportunidade de ver este veículo comemorativo, a marca construirá mais sete LaFerrari Aperta adicionais que marcarão presença nos eventos comemorativos que a marca tem marcados pelo mundo.

Da agrura dos campos para o charme da cidade

Quando em 1970, a inglesa Land Rover lançou seu primeiro modelo, o Range Rover, estava longe de imaginar que do seu primeiro jipe, concebido para uma utilização agrícola, evoluíria para um segmento urbano e luxuoso, bem ao gosto dos utilizadores atuais.

Uma das provas desta intenção, ou falta da mesma, é o facto de, desde então, a marca apenas ter lançado dois outros modelos, o Sport e o Evoque. Pois bem, depois de vários anos reduzida a estes três modelos, a marca de terras de Sua Majestade anunciou o quarto membro da sua elitista família, o Range Rover Velar.

Este modelo corta abruptamente com a tradição das linhas originais do modelo pioneiro, pesadas e quase que traçadas a régua e esquadro, e chama a atenção pelas longas linhas curvas que o compõem, devidamente enquadradas no spoiler traseiro, que parece estender o tejadilho, e nos puxadores das portas, que apenas surgem quando para isso são necessários.

Ainda mais distante do modelo original está o interior deste SUV, mas neste campo a admiração é menor, já que o avanço tecnológico dos últimos anos ditou um afastamento abissal face aos modelos mais antigos. No Velar, o interior vem repleto de nova tecnologia, com destaque para um volante dominado por dois mini-écrãs com a mais recente tecnologia touch, uma consola central dominada por dois touchscreens de 10 polegadas e um ecrã (HUD) que surge projetado no pára-brisas.

Quanto a motores, o Velar disponibilizará três: um diesel, de 180 cavalos, e dois a gasolina, um 2.0 l de 4 cilindros com 247 cavalos e  outro com 380 cavalos num bloco V6 de 3.0 l. Com tração às quatro rodas, este Land Rover oferece, ainda, como opção, a tecnologia All-Terrain Controle, que permite ao condutor manter a velocidade, seja qual for o piso em que circule.

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