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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Graça Morais: cem ressonância(s)

E mais uma tarde dedicada à arte. Mais propriamente à pintura de Graça Morais.

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São mais de 100 as obras que se podem ver, rever, apreciar ou analisar, minuciosamente ou mais ao de leve. Quem o escolhe é o visitante, numa experiência imperdível e única. Diria mesmo que cometendo a feliz "loucura" de ir mais de uma vez, que será sempre uma vivência nova e sem antecedentes.

Ressonâncias: da voz e dos ecos é o nome da exposição, patente na Fundação Champalimaud, que reúne, para além de uma centena de quadros já conhecidos e propriedade do coleccionador José Pedro Paço D'Arcos, ainda, mais dez obras inéditas de Graça Morais.
E para todos aqueles que veem uma ida a uma exposição destas como um ato de snobismo ou elitismo (seja lá o que isso queira dizer na prática) ficam a saber que, no meio de tal acervo, encontrarão referências bem conhecidas à atualidade, como é o caso da situação presente nos Estados Unidos da América, após a eleição de Donald Trump, ou o sucedido com o jovem Rúben Cavaco, que foi agredido pelos filhos do ex-embaixador iraquiano em Portugal. É caso para dizer que, aqui, temos cultura para todos os gostos e feitios. Obrigado, Graça, por não deixar ninguém sem a sua quota artística!

Dupla perfeita

Por vezes, há histórias que acabam assim...

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... perfeitas!

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Esta Yamaha XV1000 é uma dessas histórias.

Pedida apenas como uma banal pintura personalizada à conhecida Ortolani Customs, cedo aqueles artesãos se desviaram deste objetivo. No lugar daquela que seria uma obra de arte meramente pictórica, nasceu uma mota personalizada e idealizada, peça por peça. E, como pode ser comprovado, nada foi deixado ao acaso.

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À volta do quadro redesenhado incorporaram-se harmoniosamente todos os restantes elementos, conseguindo uma agradável conjugação entre o espírito puritano da mota original e a tecnologia que se exige na atualidade. A atenção ao detalhe foi de tal modo que há pormenores deliciosos, como é o caso da luz traseira integrada no banco de cabedal.

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Para complementar esta maravilha de duas rodas, recomenda-se um casaco à altura.

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Este é um casaco de cabedal Thunderbird, da Spidi, que alia a sua beleza, num intemporal estilo vintage, à segurança, garantida pela proteção CE, especialmente nos ombros e cotovelos.

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Sem dúvida, uma dupla perfeita.

Da agrura dos campos para o charme da cidade

Quando em 1970, a inglesa Land Rover lançou seu primeiro modelo, o Range Rover, estava longe de imaginar que do seu primeiro jipe, concebido para uma utilização agrícola, evoluíria para um segmento urbano e luxuoso, bem ao gosto dos utilizadores atuais.

Uma das provas desta intenção, ou falta da mesma, é o facto de, desde então, a marca apenas ter lançado dois outros modelos, o Sport e o Evoque. Pois bem, depois de vários anos reduzida a estes três modelos, a marca de terras de Sua Majestade anunciou o quarto membro da sua elitista família, o Range Rover Velar.

Este modelo corta abruptamente com a tradição das linhas originais do modelo pioneiro, pesadas e quase que traçadas a régua e esquadro, e chama a atenção pelas longas linhas curvas que o compõem, devidamente enquadradas no spoiler traseiro, que parece estender o tejadilho, e nos puxadores das portas, que apenas surgem quando para isso são necessários.

Ainda mais distante do modelo original está o interior deste SUV, mas neste campo a admiração é menor, já que o avanço tecnológico dos últimos anos ditou um afastamento abissal face aos modelos mais antigos. No Velar, o interior vem repleto de nova tecnologia, com destaque para um volante dominado por dois mini-écrãs com a mais recente tecnologia touch, uma consola central dominada por dois touchscreens de 10 polegadas e um ecrã (HUD) que surge projetado no pára-brisas.

Quanto a motores, o Velar disponibilizará três: um diesel, de 180 cavalos, e dois a gasolina, um 2.0 l de 4 cilindros com 247 cavalos e  outro com 380 cavalos num bloco V6 de 3.0 l. Com tração às quatro rodas, este Land Rover oferece, ainda, como opção, a tecnologia All-Terrain Controle, que permite ao condutor manter a velocidade, seja qual for o piso em que circule.

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