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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

No ninho.

Quando se viaja, a maior parte de nós escolhe hotéis banais ou com poucos motivos que os distingam dos demais. Procura-se o conforto e a comodidade no trivial diário. Busca-se um espaço que faça lembrar o acolhedor lar e que, por analogia, faça sentir-se em casa.

Convenhamos, que falamos de um nicho muito reduzido de espaços que oferecem uma rutura total com o básico e o usual. A situação agrava-se, quando o espaço envolvente também foge ao habitual e temos, desta forma, várias particularidades todas reunidas.

Particularidades, é disso que se trata.

Na Suécia, reuniram-se, digamos que, várias particularidades. Uma floresta serve de cenário a uma história em que passamos de humanos a pássaros. Batemos asas e regressamos ao ninho. No sentido literal do termo.

No meio do bosque, entre as ramagens das árvores, inacessível, como um qualquer ninho que se quer camuflado, esconde-se uma cabine repleta de comodidade. Um espaço que comunica com o exterior, para além da escada por onde se acede ao quarto, unicamente por pequenas vigias, mantendo a proteção e a privacidade que se espera de um... ninho.

Um espaço singular que, por isso mesmo, estará na mente de poucos.

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