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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Para os fãs (ou não!) dos Pink Floyd

Pink Floyd: Their Mortal Remains é o mais recente livro sobre a banda londrina e insere-se na comemoração dos 50 anos de uma das maiores bandas de todos os tempos.

Contudo, este não é, na verdade, apenas mais um livro, este é um documento histórico, é, efetivamente, pura História. Daí não ser um objeto de culto apenas para a vasta legião de fãs dos Pink Floyd, mas para todos os que se interessam pela música em geral.

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Mas como? Que novidades pode trazer mais este livro? Já muito está escrito sobre os Pink Floyd, é certo. Todavia, este é o primeiro livro a ser produzido com total e livre acesso ao arquivo de imagens da banda. Ao longo de 304 páginas, as inúmeras ilustrações permitem ao leitor quase que vivenciar in loco a experiência do que é narrado no texto - a música, o design e a apresentação da banda, desde a sua estreia na década de 1960 até aos dias de hoje. Trata-se de uma experiência em que depressa se entra no espírito pueril de se deixar perder na observação das imagens e depressa esquecer a vasta mancha gráfica. Mas, engane-se quem vê nisto preguiça ou desinteresse, neste caso, é puro deleite, é puro fascínio.

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Neste livro, Jon Savage, Howard Goodall e Rob Young fazem uma análise ao legado da banda e à sua real importância,não só no universo musical, mas também da sua implicação no mundo das artes visuais. Num exaustivo estudo, realçam o que de especial têm os Pink Floyd, exploram os mitos e as excentricidades que suportam a sua produção, evidenciam a sua ligação com a tecnologia na criação de novas sonoridades e, como não podia deixar de ser, destacam o espírito subversivo das suas letras.

Aveiro, terra de planície, mar e serra

O bom tempo convida a sair de casa. Convida, não. Obriga! E como a obediência e o respeito são duas boas características humanas, eis algumas (boas) sugestões.

O GPS conduz, desta vez, até Aveiro. 

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Aveiro é uma simpática cidade do centro-norte deste retangulozinho à beira-mar plantado e lugar que Luso escolheu para deixar os seus descendentes. Marcada pela presença do mar, da planície e da serra, Aveiro oferece uma grande diversidade de lugares e atividades que a todos preencherá e convidará, certamente, a futura(s) visita(s).

1. Começa-se pelo centro da cidade, visitando o Museu de Aveiro, Fundado em 1458, este antigo convento dominicano foi a antiga morada da patrona da cidade, Santa Joana Princesa, e guarda, para além das suas relíquias, as marcas de diferentes estilos arquitetónicos que o marcaram. 

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2. Depois, atravessa-se a rua e entra-se na Sé de Aveiro, monumento do século XV, marcada pela fachada com as imagens das Virtudes Humanas, pela imponente torre sineira e pelo interior ilustrativo das distintas épocas da sua história.

3. As ruas da cidade conduzem até um dos ex-libris da cidade, o Museu da Arte Nova, um dos ícones da evolução estética que este movimento proporcionou e exemplo dos seus reflexos na atualidade. Passar pela Casa de Chá, que fica no rés-do-chão, é imperativo.

4. Igualmente imperativo é dar uma volta de moliceiro pelos canais da Ria de Aveiro e, depois, visitar o Ecomuseu Marinha da Troncalhada, um espaço que mostra os métodos de produção artesanal do sal e explora a paisagem, fauna e flora da região.

5. Logo ali, nas praias, é paragem obrigatória a Praia da Barra, para dar um mergulho, apanhar sol, passear ao som do marulhar das ondas ou, simplesmente, relaxar numa das inúmeras esplanadas. Se houver oportunidade e não se tiver medo das alturas, não se deve perder a oportunidade de subir os 62 metros do Farol da Barra e perder a respiração com o que os olhos dali podem alcançar.

6. Seguindo para sul, mas mesmo ali ao lado, fica um dos retratos mais pictóricos de Portugal, a Praia da Costa Nova. Conhecida pelas suas coloridas casas fica entre a ria e o mar e tem uma luminosidade apenas e só, digamos que... especial. Um imenso espaço ao ar livre que convida ao deleite.

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7. Já que se está em Ílhavo, não se deve deixar de visitar o Museu Marítimo de Ílhavo, onde impera o Aquário dos Bacalhaus, nem o Navio-Museu Santo André, um antigo bacalhoeiro que, agora fundeado, honra e perpetua as pescarias do arrasto do bacalhau.

8. Caso se seja apreciador da vida selvagem, a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto está logo ali à distância de um passeio de barco.

9. Para os mais bem preparados física e mentalmente!... e adeptos de longas caminhadas, não pode deixar de se aconselhar um (longo) passeio pelos Passadiços do Paiva. Simplesmente um maravilhoso mergulho na Natureza que vale bem a pena o cansaço que deixa.

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10. Por falar em Natureza, a Serra da Freita pode muito bem ser o próximo destino. Morada das insólitas pedras parideiras, guarda este e outros tesouros, prontos a serem descobertos.

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11. Para quem procura algo mais alternativo (e bem menos cansativo) no que à cultura diz respeito, logo ali ao lado de Aveiro, mais propriamente em Avanca, localiza-se a Casa Museu Egas Moniz, local que marca a existência do primeiro Prémio Nobel português.

12. Para os aficionados dos comboios e não só, o Museu Nacional Ferroviário - Núcleo de Macinhata do Vouga é um imperativo de passagem. Aqui descansam algumas das locomotivas e carruagens que fizeram a História dos nossos caminhos de ferro.

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13. Em Anadia, situa-se o Aliança Underground Museum, um espaço situado nas tradicionais caves da Aliança Vinhos de Portugal e que expõe coleções, que abrangem uma extensão temporal de milhões de anos, de áreas tão vastas como a arqueologia, etnografia, mineralogia, paleontologia, azulejaria, cerâmica e estanharia, . 

14. Para o fim, ficaram as sugestões para o prazer (frugal ou da gula) de uma boa refeição. Muito e variado peixe fresco, marisco, enguias, leitão à Bairrada, carne arouquesa e os imprescindíveis ovos moles apresentam-se como sugestões para uma mesa em que o difícil será escolher e resistir.

Ah! Seja qual for o destino, não se deve esquecer um agasalho. É que, em Aveiro, o vento é uma presença assídua e constante e revela-se, na maior parte das vezes, bastante incómodo.

Agora sim, bons passeios e venham daí mais sugestões para novos passeios.

O primeiro Cavallino Rampante saiu à rua há 70 anos

A Ferrari está em festa.

Tudo porque esta semana passam 70 anos desde que Enzo Ferrari fez primeiro test-drive pelas ruas de Maranello, o berço da marca, em Itália, ao volante de um (Ferrari) 125 S.

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Para comemorar a efeméride, a Ferrari fez o que, garantidamente, sabe fazer de melhor: criou mais um (super)carro, o LaFerrari Aperta.

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Palavras para quê?

Importa, ainda, referir que esta obra prima italiana, para além da beleza que salta à vista de todos, oferece performances de outro mundo, proporcionadas pelo motor de 963 cv de potência combinada, entre o seu motor V12 de 6262 cc e 800 cv e o motor elétrico de 163 cv, num binário de mais de 900 Nm. Torna-se, por isso fácil ultrapassar os 350 Km/h de velocidade máxima em cerca de 15 segundos, já que passamos pelos 100 Km/h em menos de 3 s e pelos 200 Km/h em menos de 7 s.

Caso seja seu desejo associar-se às celebrações dos 70 anos da Ferrari, comprando este carro, fica a saber que os 200 que foram produzidos já estão todos vendidos, pelo que terá de escolher outro modelo da marca

Não se fique, contudo, a pensar que a Ferrari não se preocupa com os seus fãs espalhados pelo mundo. Assim, para que todos tenham oportunidade de ver este veículo comemorativo, a marca construirá mais sete LaFerrari Aperta adicionais que marcarão presença nos eventos comemorativos que a marca tem marcados pelo mundo.