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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Prizm, o seu DJ pessoal

A música é, para muitos, uma necessidade ou um prazer constantes, integrando grande parte, para não dizer todos, os momentos memoráveis da vida. No exagero, chega a haver uma banda sonora para todos esses períodos. Tudo é perfeito, não fosse haver momentos em que a música está lá, mas não é a mais adequada para a ocasião.

Ora é para responder a desafios como a escolha da música perfeita e/ou ser recebido pela música preferida que surgiu, entre outras funcionalidades disponibilizadas, o Prizm.

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O Prizm é um leitor de música que possui um algoritmo que lhe permite aprender de forma contínua o gosto musical do seu utilizador. Acordar ao som da música preferida ou ser recebido, depois de um dia de trabalho, por um som relaxante e apaziguador são possíveis com este gadget que ajusta as preferências musicais à hora do dia ou aos utilizadores que deteta nas suas imediações. Em suma, este dispositivo funciona como um DJ inteligente e pessoal capaz de escolher a música certa para o momento certo.

As novas colunas da Fender

A Fender é um nome icónico no que às guitarras e amplificadores diz respeito. Agora, a marca norte-americana alargou a sua vasta experiência no áudio, lançando dois novos altifalantes Bluetooth. O seu toque vintage remete para o universo dos pioneiros amplificadores de guitarras, mantendo as linhas intemporais, botões e afins dos mesmos.

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Os novos altifalantes chegam ao mercado em dois modelos: o 120W Monterey, com alcance sonoro para uma divisão, como um quarto ou uma pequena sala, e o 30W Newport, para uma maior portabilidade, mas menor abrangência sonora.

As novas colunas estão preparadas para ser ligadas a dispositivos digitais ou analógicos, podendo dar voz ao smartphone ou ao velhinho gira-discos.

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Para os fãs (ou não!) dos Pink Floyd

Pink Floyd: Their Mortal Remains é o mais recente livro sobre a banda londrina e insere-se na comemoração dos 50 anos de uma das maiores bandas de todos os tempos.

Contudo, este não é, na verdade, apenas mais um livro, este é um documento histórico, é, efetivamente, pura História. Daí não ser um objeto de culto apenas para a vasta legião de fãs dos Pink Floyd, mas para todos os que se interessam pela música em geral.

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Mas como? Que novidades pode trazer mais este livro? Já muito está escrito sobre os Pink Floyd, é certo. Todavia, este é o primeiro livro a ser produzido com total e livre acesso ao arquivo de imagens da banda. Ao longo de 304 páginas, as inúmeras ilustrações permitem ao leitor quase que vivenciar in loco a experiência do que é narrado no texto - a música, o design e a apresentação da banda, desde a sua estreia na década de 1960 até aos dias de hoje. Trata-se de uma experiência em que depressa se entra no espírito pueril de se deixar perder na observação das imagens e depressa esquecer a vasta mancha gráfica. Mas, engane-se quem vê nisto preguiça ou desinteresse, neste caso, é puro deleite, é puro fascínio.

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Neste livro, Jon Savage, Howard Goodall e Rob Young fazem uma análise ao legado da banda e à sua real importância,não só no universo musical, mas também da sua implicação no mundo das artes visuais. Num exaustivo estudo, realçam o que de especial têm os Pink Floyd, exploram os mitos e as excentricidades que suportam a sua produção, evidenciam a sua ligação com a tecnologia na criação de novas sonoridades e, como não podia deixar de ser, destacam o espírito subversivo das suas letras.