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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Para os fãs (ou não!) dos Pink Floyd

Pink Floyd: Their Mortal Remains é o mais recente livro sobre a banda londrina e insere-se na comemoração dos 50 anos de uma das maiores bandas de todos os tempos.

Contudo, este não é, na verdade, apenas mais um livro, este é um documento histórico, é, efetivamente, pura História. Daí não ser um objeto de culto apenas para a vasta legião de fãs dos Pink Floyd, mas para todos os que se interessam pela música em geral.

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Mas como? Que novidades pode trazer mais este livro? Já muito está escrito sobre os Pink Floyd, é certo. Todavia, este é o primeiro livro a ser produzido com total e livre acesso ao arquivo de imagens da banda. Ao longo de 304 páginas, as inúmeras ilustrações permitem ao leitor quase que vivenciar in loco a experiência do que é narrado no texto - a música, o design e a apresentação da banda, desde a sua estreia na década de 1960 até aos dias de hoje. Trata-se de uma experiência em que depressa se entra no espírito pueril de se deixar perder na observação das imagens e depressa esquecer a vasta mancha gráfica. Mas, engane-se quem vê nisto preguiça ou desinteresse, neste caso, é puro deleite, é puro fascínio.

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Neste livro, Jon Savage, Howard Goodall e Rob Young fazem uma análise ao legado da banda e à sua real importância,não só no universo musical, mas também da sua implicação no mundo das artes visuais. Num exaustivo estudo, realçam o que de especial têm os Pink Floyd, exploram os mitos e as excentricidades que suportam a sua produção, evidenciam a sua ligação com a tecnologia na criação de novas sonoridades e, como não podia deixar de ser, destacam o espírito subversivo das suas letras.

Obrigado, Sega, pelo regresso ao passado

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Estas imagens trazem-lhe algo à memória? Bons tempos, certamente. Pela diversão e pela idade... que já lá vai....

Pois é, a Sega, preocupada com o crescimento das suas gerações de consumidores, colocou on-line uma forma de aceder à nostalgia dos verdes (ou outra qualquer cor que mais convier) anos. Desta forma, estão à disposição de todos, para jogar nas consolas do momento, os nossos smartphones e tablets, velhos (como custa escrever esta palavra!) títulos que tantas horas de diversão proporcionaram.

Estas maravilhas - e os novos títulos que já estão prometidos - estão disponíveis para iOS e para Android e, o melhor de tudo, é que são gratuitos. Bem, quanto a isto, tudo tem um preço. E, neste caso, o preço a pagar é a publicidade (caso não se queira pagar pela versão "limpa").

Já passava muito tempo ao smartphone? Agora, tem mais um (bom) motivo para não o largar.

O verão trouxe mais duas Linces

A marca portuguesa de cerveja artesanal, Lince, lançou dois novos produtos para este verão, "Blonde" e "American IPA".

A primeira, uma aposta no formato "mini" (25 cl), promete manter a frescura até ao último gole, enquanto que a segunda se distingue pelo aroma forte do frutado e pelo equilibrado amargo dos maltes. Em qualquer um dos casos foi cumprido o prometido.e estas duas novas apostas da marca, que se juntam à já existente "Belgian Pale Ale", constituem-se como uma excelente alternativa para todos aqueles que preferem saborear uma alternativa às cervejas tradicionais e massificadas.

A Lince, como cerveja artesanal que é, demarca-se, obviamente, pelo sabor singular e ímpar, mas também por utilizar, na sua produção, unicamente componentes naturais, desde a água ao lúpulo.

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