Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Aveiro, terra de planície, mar e serra

O bom tempo convida a sair de casa. Convida, não. Obriga! E como a obediência e o respeito são duas boas características humanas, eis algumas (boas) sugestões.

O GPS conduz, desta vez, até Aveiro. 

aveiro.jpg

Aveiro é uma simpática cidade do centro-norte deste retangulozinho à beira-mar plantado e lugar que Luso escolheu para deixar os seus descendentes. Marcada pela presença do mar, da planície e da serra, Aveiro oferece uma grande diversidade de lugares e atividades que a todos preencherá e convidará, certamente, a futura(s) visita(s).

1. Começa-se pelo centro da cidade, visitando o Museu de Aveiro, Fundado em 1458, este antigo convento dominicano foi a antiga morada da patrona da cidade, Santa Joana Princesa, e guarda, para além das suas relíquias, as marcas de diferentes estilos arquitetónicos que o marcaram. 

museu.jpg

2. Depois, atravessa-se a rua e entra-se na Sé de Aveiro, monumento do século XV, marcada pela fachada com as imagens das Virtudes Humanas, pela imponente torre sineira e pelo interior ilustrativo das distintas épocas da sua história.

3. As ruas da cidade conduzem até um dos ex-libris da cidade, o Museu da Arte Nova, um dos ícones da evolução estética que este movimento proporcionou e exemplo dos seus reflexos na atualidade. Passar pela Casa de Chá, que fica no rés-do-chão, é imperativo.

4. Igualmente imperativo é dar uma volta de moliceiro pelos canais da Ria de Aveiro e, depois, visitar o Ecomuseu Marinha da Troncalhada, um espaço que mostra os métodos de produção artesanal do sal e explora a paisagem, fauna e flora da região.

5. Logo ali, nas praias, é paragem obrigatória a Praia da Barra, para dar um mergulho, apanhar sol, passear ao som do marulhar das ondas ou, simplesmente, relaxar numa das inúmeras esplanadas. Se houver oportunidade e não se tiver medo das alturas, não se deve perder a oportunidade de subir os 62 metros do Farol da Barra e perder a respiração com o que os olhos dali podem alcançar.

6. Seguindo para sul, mas mesmo ali ao lado, fica um dos retratos mais pictóricos de Portugal, a Praia da Costa Nova. Conhecida pelas suas coloridas casas fica entre a ria e o mar e tem uma luminosidade apenas e só, digamos que... especial. Um imenso espaço ao ar livre que convida ao deleite.

Costa Nova.jpg

7. Já que se está em Ílhavo, não se deve deixar de visitar o Museu Marítimo de Ílhavo, onde impera o Aquário dos Bacalhaus, nem o Navio-Museu Santo André, um antigo bacalhoeiro que, agora fundeado, honra e perpetua as pescarias do arrasto do bacalhau.

8. Caso se seja apreciador da vida selvagem, a Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto está logo ali à distância de um passeio de barco.

9. Para os mais bem preparados física e mentalmente!... e adeptos de longas caminhadas, não pode deixar de se aconselhar um (longo) passeio pelos Passadiços do Paiva. Simplesmente um maravilhoso mergulho na Natureza que vale bem a pena o cansaço que deixa.

Passadiços.png

10. Por falar em Natureza, a Serra da Freita pode muito bem ser o próximo destino. Morada das insólitas pedras parideiras, guarda este e outros tesouros, prontos a serem descobertos.

Freita.jpg

11. Para quem procura algo mais alternativo (e bem menos cansativo) no que à cultura diz respeito, logo ali ao lado de Aveiro, mais propriamente em Avanca, localiza-se a Casa Museu Egas Moniz, local que marca a existência do primeiro Prémio Nobel português.

12. Para os aficionados dos comboios e não só, o Museu Nacional Ferroviário - Núcleo de Macinhata do Vouga é um imperativo de passagem. Aqui descansam algumas das locomotivas e carruagens que fizeram a História dos nossos caminhos de ferro.

Macinhata.jpg

13. Em Anadia, situa-se o Aliança Underground Museum, um espaço situado nas tradicionais caves da Aliança Vinhos de Portugal e que expõe coleções, que abrangem uma extensão temporal de milhões de anos, de áreas tão vastas como a arqueologia, etnografia, mineralogia, paleontologia, azulejaria, cerâmica e estanharia, . 

14. Para o fim, ficaram as sugestões para o prazer (frugal ou da gula) de uma boa refeição. Muito e variado peixe fresco, marisco, enguias, leitão à Bairrada, carne arouquesa e os imprescindíveis ovos moles apresentam-se como sugestões para uma mesa em que o difícil será escolher e resistir.

Ah! Seja qual for o destino, não se deve esquecer um agasalho. É que, em Aveiro, o vento é uma presença assídua e constante e revela-se, na maior parte das vezes, bastante incómodo.

Agora sim, bons passeios e venham daí mais sugestões para novos passeios.

A maldição do vermelho

Estas palavras não deveriam ser sobre uma cor, fosse ela qual fosse. Acontece é que, mais uma vez, a cor impôs-se às palavras. A demoníaca cor, ou simplesmente o vermelho, voltou a ganhar um protagonismo indevido e até, digamos, indecoroso.

Fujamos, pois, da maldição que cola os olhos e a mente ao que quer que seja vermelho e sejamos mais fortes.

Se se perguntar a um homem qual é o seu carro de eleição, há francas, para não dizer muitas possibilidades, de se obter como resposta, isto...

1.jpg

 ... e isto é (para quem ainda não percebeu) um Porsche 911. 

Este é, sem margem para dúvidas, um dos modelos mais sonhados e cobiçados por todos aqueles que apreciam um bom carro. Entende-se o adjetivo bom como um compêndio de tudo o que se possa imaginar e esperar de um automóvel. Sim, a palavra perfeito também conta!

Sabendo e aproveitando esse fascínio, a Porsche adicionou mais um membro à já extensa família 911: o novíssimo GT3.

Desde logo, o Porsche 911 GT3 não é um carro banal, - nem o podia ser, pois trata-se de um Porsche! - é um carro de corridas devidamente legalizado para ser conduzido nas estradas. O seu capot esconde o mesmo motor que os seus irmãos 911 que ganham a vida a fazer corridas. 

Esta maravilha da engenharia, arquitetura e demais ciências envolvidas na sua conceção, usa um motor de 4,0 l com seis cilindros, capaz de debitar 500 cv, para atingir nuns alucinantes 3,2 segundos os 100 km/h e só parar quando chega perto dos 320 km/h. Para garantir uma maior estabilidade, agilidade e segurança, a marca alemã dotou este automóvel com um sistema que move o eixo traseiro em concordância com as rodas dianteiras, isto é, as rodas traseiras viram para o mesmo lado ou para o lado contrário das rodas da frente, dependendo da velocidade a que circula o carro.

Por dentro, este Porsche 911 GT3 também não desilude. Remete, igualmente, para o universo das corridas automobilísticas, mostrando-se elegante, confortável e arrojado.

Eis, o Porsche 911 GT3.

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg

7.jpg

8.jpg

Dupla perfeita

Por vezes, há histórias que acabam assim...

1.jpg

... perfeitas!

2.jpg

Esta Yamaha XV1000 é uma dessas histórias.

Pedida apenas como uma banal pintura personalizada à conhecida Ortolani Customs, cedo aqueles artesãos se desviaram deste objetivo. No lugar daquela que seria uma obra de arte meramente pictórica, nasceu uma mota personalizada e idealizada, peça por peça. E, como pode ser comprovado, nada foi deixado ao acaso.

3.jpg

4.jpg

À volta do quadro redesenhado incorporaram-se harmoniosamente todos os restantes elementos, conseguindo uma agradável conjugação entre o espírito puritano da mota original e a tecnologia que se exige na atualidade. A atenção ao detalhe foi de tal modo que há pormenores deliciosos, como é o caso da luz traseira integrada no banco de cabedal.

6.jpg

Para complementar esta maravilha de duas rodas, recomenda-se um casaco à altura.

7.jpg

Este é um casaco de cabedal Thunderbird, da Spidi, que alia a sua beleza, num intemporal estilo vintage, à segurança, garantida pela proteção CE, especialmente nos ombros e cotovelos.

8.jpg

Sem dúvida, uma dupla perfeita.