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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Fresco de frutos vermelhos

Sol, um bom livro ou a companhia perfeita e uma bebida bem fresca. É preciso mais alguma coisa para uns largos momentos prazenteiros?

Quanto ao sol, recomenda-se o único existente no nosso sistema solar. Já no que diz respeito ao livro e à companhia, é importante ser criterioso, mas cada um deve ser livre de poder escolher unicamente a seu belo prazer.

Resta a bebida. E para essa fica a sugestão: um pseudo cocktail de frutos vermelhos, mas sem álcool.

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Num copo, esmague uma mão cheia de frutos vermelhos (framboesas, mirtilos, groselhas, amoras, ...) frescos ou congelados e duas folhas de menta ou uma de hortelã. Pode misturar um pouco de açúcar para atenuar a acidez característica dos frutos. 

Junte gelo (uma menor quantidade se utilizou frutos congelados) e uns frutos inteiros frescos.

Acabe de encher o copo com água com gás e misture bem.

Delicie-se com quantos quiser.

Ao volante, com prazer

Sentar, ligar e acelerar. A paixão pelas duas rodas não impõe mais nada - para além da devida segurança e cumprimento das regras, é óbvio. 

Sentir-se livre e liberto é o conceito básico e basilar de quem gosta das duas rodas. Portanto, nada mais se impõe do que simplicidade e elegância. Se isso puder ser associado a beleza, tanto melhor.

É tudo isso é o que oferece esta Moto Guzzi Nevada, um "clássico" de 1999, que prova que há muitas coisas que são intemporais e que não é preciso muito para nos deixar felizes.1.jpg2.jpg

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Para os fãs (ou não!) dos Pink Floyd

Pink Floyd: Their Mortal Remains é o mais recente livro sobre a banda londrina e insere-se na comemoração dos 50 anos de uma das maiores bandas de todos os tempos.

Contudo, este não é, na verdade, apenas mais um livro, este é um documento histórico, é, efetivamente, pura História. Daí não ser um objeto de culto apenas para a vasta legião de fãs dos Pink Floyd, mas para todos os que se interessam pela música em geral.

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Mas como? Que novidades pode trazer mais este livro? Já muito está escrito sobre os Pink Floyd, é certo. Todavia, este é o primeiro livro a ser produzido com total e livre acesso ao arquivo de imagens da banda. Ao longo de 304 páginas, as inúmeras ilustrações permitem ao leitor quase que vivenciar in loco a experiência do que é narrado no texto - a música, o design e a apresentação da banda, desde a sua estreia na década de 1960 até aos dias de hoje. Trata-se de uma experiência em que depressa se entra no espírito pueril de se deixar perder na observação das imagens e depressa esquecer a vasta mancha gráfica. Mas, engane-se quem vê nisto preguiça ou desinteresse, neste caso, é puro deleite, é puro fascínio.

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Neste livro, Jon Savage, Howard Goodall e Rob Young fazem uma análise ao legado da banda e à sua real importância,não só no universo musical, mas também da sua implicação no mundo das artes visuais. Num exaustivo estudo, realçam o que de especial têm os Pink Floyd, exploram os mitos e as excentricidades que suportam a sua produção, evidenciam a sua ligação com a tecnologia na criação de novas sonoridades e, como não podia deixar de ser, destacam o espírito subversivo das suas letras.