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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Saúde vs smartphone

Quando compramos um novo smartphone, são muitas e variadas as razões que interferem e justificam a escolha do novo "brinquedo": o dinheiro de que dispomos, a utilização que lhe vamos dar, a fiabilidade que reconhecemos à marca, a sua aparência, as suas características técnicas, ou, por exemplo, o estatuto social que lhe está associado. Todas e nenhuma são discutíveis...

Certamente, poucos ou nenhuns de nós se preocupam com o índice de exposição à radiofrequência no momento da compra do novo dispositivo electrónico. Pois bem, após o Teste de Absorção de Energia, também conhecido por SAR, realizado, constatou-se que muitos dos smartphones que usamos ou ambicionamos usar excedem os valores considerados prejudiciais à saúde.

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Após a Organização Mundial da Saúde ter indicado num dos seus pareceres que a radiação electromagnética pode causar danos no nosso corpo, a União Europeia, através da sua entidade reguladora, CENELEC, indicou limites para o SAR, de acordo com as normas IEC. Assim, para telemóveis e outros dispositivos móveis, o limite do valor do SAR é de 2 W/kg, considerando uma massa de tecido de 10 g.

Na prática, os smartphones menos agressivos para a nossa saúde são o Samsung Galaxy S7 Edge (SAR 0.264 W/Kg), o ASUS ZenFone 3 (SAR 0.278 W/Kg), o Samsung Galaxy A5 (2016) (SAR 0.290 W/Kg), o Lenovo Moto Z (SAR 0.304 W/Kg), o OnePlus 3 (SAR 0.394 W/Kg), o Samsung Galaxy S7 (SAR 0.406 W/Kg), o HTC 10 (SAR 0.417 W/Kg), o Sony Xperia XA (SAR 0.473 W/Kg), o Huawei Honor 5X (SAR 0.560 W/Kg) e o Samsung Galaxy A3 (2016) (SAR 0.621 W/Kg).

Na lista dos smartphones a evitar estão o Huawei Honor 8 (SAR de 1,5 W/Kg), o Huawei P9 (SAR 1,43 W/Kg), o iPhone 7 (SAR 1,38 W/Kg), o iPhone 7 Plus (SAR 1,24 W/Kg), o Huawei Honor 5C (SAR 1.14 W/Kg), o Sony Xperia X Compact (SAR 1.08 W/Kg), o Sony Xperia XZ (SAR 0.870 W/Kg), o LG G5 (SAR 0.737 W/Kg) e o Sony Xperia X (SAR 0.720 W/Kg).

Esta é, sem dúvida, mais uma informação a ter em conta no momento da compra do novo smartphone. Se já é dono de um destes aparelhos ou não pretende deixar de o comprar, saiba que muitas entidades e organismos recomendam o uso moderado dos smartphones e o uso de headphones/earphones.

Não sou anti-nada, sou pró-Cantinho do Avillez

Nunca é tarde para repudiar um ato bárbaro, imoral e atentatório da liberdade de expressão. Falo da vandalização de que foi alvo a fachada do restaurante "Cantinho do Avillez", no Porto.

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Propriedade do "estrelado" Chef José Avillez, este espaço foi vandalizado pelo movimento pró-palestiniano BDS, que se opôs à presença daquele Chef no "Round Tables", um evento dedicado à gastronomia, que se realizou em Telavive, Israel, por achar que assim se estaria de acordo com a ocupação da territótio Palestiniano por parte de Israel. 

O ato em si já é cruel, insano e absurdo, mas lutar pela liberdade de um povo suprindo as liberdades de outro, parece-me de todo um ato onde impera uma crónica falta de inteligência. Literalmente, não tem qualquer nexo a aplicação do bem português provérbio "Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço".

Para responder a este desmesurado ato, nada melhor do que fazer, num ato de liberdade pura, uma visita ao "Cantinho do Avillez" e degustar as suas maravilhas.

Numa frugal escolha, chegaram à mesa uns deliciosos camarões à Bulhão Pato, seguidos de umas lascas de bacalhau, «migas soltas», ovo BT e azeitonas explosivas. Para fechar a refeição, um Toucinho do Céu com sorvete de framboesa.

Uma refeição reduzida a uma palavra: soberbo!

Reconheço que se não fosse este infeliz episódio, dificilmente passaria, por estes dias, pelo "Cantinho do Avillez". Por isso, resta-me apenas dizer: obrigado BDS e viva a liberdade!

Nem um pingo passará

Com a chegada da chuva, chega, também, uma proposta arrojada: um abrigo da Hunter que promete não deixar passar um único pingo de chuva.

Inspirado na roupa de pesca tradicional, este casaco é totalmente impermeável e tem um forro amovível que mantém a temperatura corporal nos dias de maior frio.

Para além do estilo, os detalhes da marca estão todos lá, nos punhos, bolsos e gola, e nas costuras que garantem que o vento e a chuva ficam do lado de fora do casaco.

Se tiver arrojo acima da média, deixe de parte o modelo azul marinho e escolha o modelo amarelo mostarda. NVY1 (2).jpg

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Casaco impermeável | Hunter

Jaguar XKSS: um sonho (por agora) adiado

A Jaguar recriou, num modelo ultra-ultra-ultra-exclusivo, o seu icónico modelo XKSS.

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Para os sortudo, e acrescente-se bastante endinheirados, futuros donos desta maravilha sobre rodas, 2017 vai ser um ano de sorte. Todavia, sosseguem-se os futuros interessados, pois os 9 carros, que irão ser construídos, já têm dono.

Recriado de acordo com o design original, este novo supercarro, construído à mão no laboratório da Jaguar em Warwick, combinará engenharia clássica e tecnologia moderna, estando garantido que as alterações sofridas por este novo modelo apenas servirão para melhorar a segurança de condutor e passageiros.

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Quanto a detalhes, este Jaguar XKSS virá equipado com, entre outros luxos, um motor Jaguar D de 26 litros e seis cilindros em linha de 262 cv, interior em couro e volante em madeira.

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O preço? Qualquer coisa como 1 milhão de euros.

 

Frio acolhedor

A casa é o espaço individual.

Pode-se procurar, visitar, aceitar opiniões, mas, na hora de tomar a decisão e avançar na escolha do novo lar, impera uma atitude solitária e egoísta, racional para uns, irracional para outros.

Na atualidade, a escolha é variada e díspar, permitindo, a cada um, a concretização do seu sonho habitacional.

O espaço que aqui se apresenta é um desafio à conjugação de materiais. Junta o betão da estrutura e das paredes à pedra dos pavimentos, que conferem à casa um ar rústico, mas também frio, e a madeira, que rapidamente torna o espaço quente, colorido e acolhedor.

Um espaço simples e arejado, muito dinâmico e acolhedor.House.jpg

 

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Fotografia, pura fotografia

Fotografar tornou-se, com os smartphones, um ato verdadeiramente inato. Longe vai o tempo do cerimonial de ir ao fotógrafo para registar um aniversário ou uma ocasião especial. Também já poucos se lembram das velhas máquinas de rolo em que para se tirar uma fotografia era preciso ser um às da Matemática e ter dom de adivinho para conseguir registar tudo num rolo de 12, 24 ou 36 fotografias. Depois, veio o digital e a fotografia mudou radicalmente. Tudo passou a ser fotografável, sem regra nem contenção. A revolução final chegou com as câmaras incluídas nos telefones móveis.

Apesar de toda esta transformação e do avanço tecnológico inerente, a fotografia continua a ser, para os mais puritanos, sinónimo de uma máquina fotográfica. Uma máquina daquelas que só tira fotografias. Vá lá, também pode filmar. Não faz é chamadas telefónicas!

Neste universo, são várias as marcas que continuam a significar qualidade e a garantir que se guardam para a posteridade as melhores das recordações, nas melhores das fotografias. A Leica, marca alemã com unidade de produção em Famalicão, é apanágio dessa garantia.

Há já alguns anos no segmento CSC Mirrorless, com o segmento T, a Leica apresenta, agora, um novo modelo, o TL.

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Esta nova câmara apresenta um sistema de focagem mais rápido, permitindo apontar e disparar rapidamente e obter um ponto de focagem rápido e preciso. De seguida, graças à melhoria no sistema wirelles, pode-se, facilmente, transferir a imagem para um smartphone, tablet ou computador para ser editada ou, então, fazer logo o upload para a internet.

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No que respeita a características técnicas, assinale-se o sensor ASP-C com resolução de 16,5 megapixels, que pode capturar imagens de alta velocidade ou com pouca luz, graças a um ISO de 100 a 12.500, e a velocidade do obturador (1/4000 de segundo). Ah!, claro, o disparo silencioso, tão característico da marca, continua lá.

Vamos dar uma voltinha?

A Lego continua a fazer as delícias de miúdos e graúdos. Cada vez que lança uma novidade, a marca de brinquedos dinamarquesa aumenta a sua legião de fãs e deixa de boca aberta todos os que pensavam nada mais haver para acrescentar ao universo Lego.

Já tínhamos visto (e montado) carros, navios, naves espaciais, tudo em versão clássica ou contemporânea, mas a marca continua a impressionar-nos. O seu último lançamento, uma versão Technic da bem conhecida BMW R 1200 GS Adventure, prova que a sua criatividade é ilimitada.

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Concebida para ser uma réplica "o mais fiel possível" da mota original, estão lá todos os pormenores: o guiador móvel, o pára-brisas ajustável, o motor boxer bicilíndrico, a suspensão dianteira Telelever e até as jantes de raios cruzados com os pneus cravados.

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Há, contudo, um senão: só estará disponível lá para janeiro.

A casa na árvore

Ter uma  casa na árvore deverá ser um dos ícones do imaginário infantil. Muitos o sonharam, poucos o conseguiram.

No sul de Inglaterra, há um espaço, The Woodsman’s Treehouse, que possibilita a concretização desse sonho de miúdo, mas a graúdos.

Situado no alto de um carvalho centenário, está o refúgio ideal para uma escapadela a dois: um espaço isolado e pitoresco, marcado pelo luxo e privacidade.
Construída num lugar austero, mas refinado, esta Treehouse apresenta algumas mordomias excêntricas como uma banheira de cobre com lugar para duas pessoas, uma cama king-size ou um espaçoso deck com um forno de lenha, uma rede, um chuveiro e uma banheira de hidromassagem.

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Todavia, a nostalgia da infância só fica cumprida, quando se desce pelo escorrega e aterramos novamente no duro chão da realidade.

Tardou, mas chegou

Eis, finalmente, o frio.

Ainda há poucos dias (não, não é uma força de expressão, é mesmo real) fui à praia apanhar banhos de mar e de sol e hoje já não consigo sair de casa sem um casaco vestido. E não pode ser um casaco qualquer, já tem de ser um casaco digno desse nome, capaz de proteger do verdadeiro frio de inverno.

Para manter uma figura cuidada, a escolha recai sobre uma peça distinta. 

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Sobretudo | Boss (Hugo Boss)

 

Um sobretudo com um design elegante e contemporâneo, numa mistura de lã virgem e caxemira, para uma sensação ímpar de comodidade e conforto.

O meu primeiro Jeep

Nomear produtos a partir do nome da sua marca é habitual no vocabulário português, quer seja ele nacional, quer seja ele mais regional. É por isso que escrevo na lista de compras que preciso de Gillettes (lâminas de barbear), de Dodots (toalhetes para bebé) ou de Chiclets (pastilhas elásticas), que procuro um novo Pyrex (forma refratária de vidro) para o assado de domingo ou me desloco numa Vespa (motorizada) pelas ruas da minha cidade.

Mas, de todas as associações, a que vem de mais longe é a da palavra Jeep. Desde muito novo, que ter um Jeep, era mais do que um sonho, era uma pretensão. Podia ser um Mitsubishi, um Toyota, um BMW, um Suzuki ou até mesmo um Jeep, mas tinha, isso era obrigatório, de ser um Jeep.

Entretanto, cresci e o sonho passou, desvaneceu-se por entre os novos sonhos, nas novas pretensões, desfez-se na realidade...

... até agora.

O espírito genuíno do sonhado Jeep, mais propriamente da Jeep (o seu a seu nome) chegou. Uns anos atrasado, mas chegou. O veículo propício a aventuras off-road está aí.

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Não para mim, mas para o meu filho!

O Jeep Adventure é um pequeno kart a pedais com capacidade para se deslocar para a frente e para trás e com um pedal de travão. Como não podia deixar de ser, vem equipado com pneus off-roadspoiler dianteiro e guarda-lamas (para tentar manter a criança o mais limpa possível naquelas experiências em pisos mais "radicais"). Para assegurar uma estabilidade extra em todos os terrenos, o carrinho inclui um arco estabilizador e, para aqueles momentos de maior infortúnio, até traz um pneu suplente.

Se como eu, já não vai a tempo de cumprir este sonho de criança, realize-o, fazendo (muito) feliz outra criança!

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