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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Para mim é uma cataplana de frango

Um frango/galinha pula para dentro de uma panela para cozer em água e sal.

(Se se usar galinha, a água da cozedura poderá servir para uma boa canja. Caso não seja essa a intenção, não é que precise, mas se se pretender adicionar mais sabor ao caldo, junta-se cenoura, alho francês, talo de aipo, louro e ervas aromáticas frescas.)

Depois de cozido, ossos para um lado, carne desfiada para outro.

Cataplana.jpgNuma cataplana, um fio de azeite, chama por cebolas cortadas em finas rodelas e alhos bem picados.

Juntam-se-lhes tomates aos cubos, louro e pimentos de todas as cores em tiras.

Envolve-se bem e chegou a hora de o frango desfiado se juntar à festa.

Tempera-se com pimenta e deixa-se tomar sabor.

O caldo da cozedura coloca-se em posição e salta para dentro da cataplana que, automaticamente, se fecha até à hora de provar (e retificar os temperos se for preciso) e servir.

Acompanhamento VIP: batatas fritas.

 

De volta à caverna

A arquitetura moderna é isto... É fazer do velho, novo; do inútil, uma utilidade; do banal, um luxo; do desprezado, um desejo; do impensável, um objetivo.

Quem é que se lembraria de construir uma casa a partir de uma caverna? Mais, aproveitando essa mesma caverna como parte integrante da casa? Pois é, essa casa existe. Fica em Espanha e chama-se House Cave.

Localizadas num terreno calcário e inclinado, as cavernas eram utilizadas, tradicionalmente, para a agricultura e pecuária, como arrumos ou abrigos. Hoje, estas formações geológicas foram reabilitadas e transformaram-se em sui géneris habitações rurais.
Construída a partir das paredes rochosas originais, esta casa é toda ela uma área de grande riqueza espacial e material, num diálogo fluido e contínuo entre as condições preexistentes e a nova arquitetura, num respeito claro pelo meio envolvente.

Deste diálogo resultou uma nova experiência espacial que valoriza a natureza tectónica da área através da utilização de novos elementos arquitetónicos. Volumes limpos e tranquilos, espaços luminosos e amplos conjugam-se com materiais como a pedra, o betão ou o mármore. Grandes janelas deixam entrar a luz natural, numa casa onde os móveis de madeira dão um toque de calor a esta House Cave.

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Wraith B210: um avião no asfalto

A Confederate, conhecida marca de designers e criadores de motos, mostrou, mais uma vez, a sua originalidade e visão futurista com o modelo Wraith B210.

A exclusividade da marca salta à vista, mas este não é apenas um projeto visual. É no asfalto que este "brinquedo" mostra toda a fibra de que é feito, oferecendo um excelente desempenho ou não fosse "puxada" por um motor (devidamente modificado) JIMS de 1967cc, com 125 cavalos de potência. O chassi inspirado no design das aeronaves e a coluna de fibra de carbono arqueada fazem o resto.

Um equilíbrio perfeito entre detalhe, bom gosto e engenharia de (extrema) qualidade. 

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Um casaco improvável

Um casaco de cabedal é um clássico em qualquer guarda-roupa. Mais desportivo ou mais formal, dá sempre um toque de singularidade a qualquer estilo e adequa-se às mais variadas situações.

O desafio do momento - também na roupa, tal como na arquitetura ou no design - é conseguir transformar e conjugar peças de realidades tão diferentes com uma utilização diária, tal como o consegue este casaco de motocross da Porsche Design.
Inspirado no desporto que lhe confere o nome - o motocross - esta peça facilmente remete para esse universo, com destaque para os detalhes ao longo dos braços, visivelmente inspirados nesse desporto motorizado, mas que tão bem ligam com a aparência simples, prática e cuidada do restante casaco.

Feito de pele de cordeiro, é um casaco flexível e suave que promete não apresentar marcas de desgaste mesmo após vários anos de uso.

Fazendo jus à marca, este não é apenas um casaco, mas uma peça de património que pode ser vestida.

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Motocross Jacket Style | Porsche

Destino: Patagónia, o fim do mundo

"Vou ao fim do mundo."

Uma frase assim dita, pode ser interpretada das mais variadas maneiras. Não será um copo meio cheio ou um copo meio vazio, mas andará lá perto, tal a disparidade de sentidos que daquela afirmação podem advir.

Mas, referir de antemão, "Vou à Patagónia", retira, desde logo, a singularidade e, porque não dizê-lo, a espetacularidade do destino da viagem.

Ambicionado por uns, "nem pensar", dirão outros, a Patagónia é um daqueles destinos que divide o coração e a razão.

Localizada no extremo sul do continente americano, a Patagónia vê as suas temperaturas oscilarem constantemente, podendo-se experimentar as quatro estações do ano num só dia. Esta variação deve-se à influência dos seus dois clima: a oeste dos Andes predomina um clima de montanha (frio e húmido), enquanto a leste há um clima de estepe (frio e seco). Também os ventos propiciam esta variação, mudando constantemente e podendo passar dos 20 km/h para rajadas de 110 km/h. Em poucos minutos, estes ventos fortes podem escurecer o céu ou dispersar grandes nuvens de tempestade.

Território desconhecido e selvagem, a Patagónia é praticamente desabitada. As suas largas planícies cobertas de erva, servem de pasto a numerosos rebanhos e manadas, e fazem companhia às montanhas que, num ápice, são interrompidas por vales, lagos, fiordes e braço de água glaciares. Grande parte do território está ocupada por gigantescas massas de gelo, onde se concentram algumas das maiores reservas de água doce do mundo.

Como não podia deixar de ser, neste santuário natural, a vida selvagem é abundante e surpreendente, dando a conhecer vários exemplos de animais e plantas que, durante milhares de anos, se adaptaram para resistir aos ventos fortes, temperaturas baixas e chuvas incessantes. 

Senti esta chamada instintiva ao olhar para lá das janelas deste hotel, que, num instante, passou para segundo plano. Segundo? Quem é que quer saber do hotel quando se acorda e se dá com os olhos nisto?

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Hoje, quero ser... arquiteto

Projetar e construir são algumas das capacidades adquiridas pelo Homem, decorrentes do seu desenvolvimento físico e intelectual.

Todavia, se os sonhos de uns passam por erigir construções imperiais e megalómanas, para outros, o sonho pode ser concretizado a uma simples mesa com uns meros blocos e muita criatividade. Basta, para isso, ter à mão um kit LEGO Architecture Studio. Mas, cuidado, o que vai ver ao abrir a caixa pode deixar traumatizados os mais incautos, pois, no total, são 1210 peças a ansiar serem encaixadas e empilhadas até ganharem a forma desejada. Para orientar, nas  primeiras construções, o kit traz, também, um folheto inspirador com 272 páginas de dicas, técnicas, características e exercícios intuitivos e muito práticos, todos aprovados por gurus do design. Lego_Arq.jpg

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Segundo a Lego, o Architecture Studio foi desenhado para fazer pensar sobre os conceitos fundamentais de um projeto arquitetónico. Daí que cada um dos blocos seja apenas e só branco, não havendo qualquer cor, sombra, pigmento ou tonalidade. Tudo é tão branco quanto uma folha de papel ou um copo de leite. Para a marca, a escolha recaiu sobre o branco, porque é uma cor que “cria linhas naturais e sombras que podem representar com mais precisão as formas arquitetónicas. Sentimos que usar todo este branco confere ao kit uma sensação de ‘sketchbook’. E, já que nunca oferecemos um conjunto totalmente branco, também há esse fator novidade para os colecionadores”.

Pouco tempo e muita fome?

Para os dias em que o tempo não espera e a fome aperta, nada melhor que uma receita rápida e muito saborosa.

Nisso, a combinação de massa, bacon, cogumelos e natas é imbatível. Quer ver?

Ponha a sua massa de eleição a cozer (em água e sal abundantes).

Enquanto espera, numa frigideira, coloque um fio de azeite. Pouco, pois o bacon já tem gordura suficiente.

Assim que estiver quente, adicione o bacon cortado em tiras. Mexa para não deixar queimar e acrescente os cogumelos (quaisquer uns), de preferência frescos e bem secos, cortados de acordo com a sua preferência.

Agora que o cheiro já inunda de água a boca faminta, junte um pouco de natas. Apenas o suficiente para dar consistência ao preparado.

Por esta altura a massa já deve estar cozida. Escorra-a e junte-a à festa de sabores que se vive na frigideira. Misture delicadamente todos os sabores.

Retire do lume e disponha num prato. Não, não é bonito nem delicado comer da frigideira. Não, estar faminto não serve de desculpa.

Por cima, rale um pouco (ou muito, conforme a preferência) de queijo parmesão. Se gostar, deite uma mão cheia de salsa acabada de picar.

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 Boas dentadas!

Sete dias, sete sapatos

Escolher uns sapatos não é, atualmente, uma tarefa fácil.

Primeiro, porque a oferta é imensa. Depois, porque já não se trata de escolher uns sapatos, mas sim os sapatos.

Por fim, é, ainda, necessário ter em conta várias condicionantes: o evento, a situação, a indumentária, o lugar, ...

Uma canseira, para uns; um desafio, para outros. 

Para aqueles uns e para estes outros, eu sugiro os sapatos, vocês definem os dias em que os querem usar.

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Aldo

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 Antony Morato

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 Eureka

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 Eureka

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 Filipe Sousa

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 Miguel Vieira

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 Miguel Vieira

 

Um novo Chiado

As cidades portuguesas perceberam (finalmente) que o passado valoriza o presente.

Fruto disso, tem-se assistido a uma crescente procura de espaços marcados pela História. O que antes era velho, agora, é vintage. O que antes não passava de uma ruína, presentemente, é encarado como uma oportunidade de viver, lado a lado, com a História.

Este apartamento leva-nos a viver para o centro de Lisboa, para o carismático Chiado, e representa um claro, e muito feliz, exemplo do que a arquitetura pode fazer pela revitalização das cidades. Do (aparente) absoleto e velho nasceu um espaço prático, aberto e luminoso, bem ao jeito dos nossos dias e das nossas necessidades e gostos. Pelo menos dos meus!

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