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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Uma maneira de ser moderno? Ver Almada Negreiros

Uma das melhores exposições patentes em Portugal, nos últimos tempos, está na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e intitula-se "José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno".

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A exposição, que apresenta cerca de 400 trabalhos do modernista português, está organizada em oito núcleos temáticos: Ver (prevalência da visão em detrimento dos restantes sentidos, entendendo-o como raiz de toda a arte e pensamento), «Os meus olhos não são meus, são os olhos do nosso século!» (ênfase para o autorretrato, com especial destaque para a representação dos olhos do artista), Gestos, movimentos, rostos (apologia do reconhecimento particular de cada um como ponto de partida para a universalidade humana e vida coletiva), Saltimbancos (o fascínio pelo circo, em especial pelos saltimbancos), Per formare (a visão de Almada Negreiros como artista performer), Relações recíprocas (a colaboração meramente artística), Espaço público, espaço privado (Almada Negreiros, puro trabalhador) e Cinema, humor e narrativa gráfica (a relação do artista com o cinema).

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Esta é uma exposição que coloca à disposição do grande público uma pequena parte da obra produzida por Almada Negreiros que, durante mais de meio século, dividiu o seu talento pela pintura, desenho, teatro, dança, romance, contos, conferências, ensaios, livros manuscritos ilustrados, poesia, narrativa gráfica, pintura mural e artes gráficas.

Uma exposição imperdível. Para ver e apreciar sem pressas e sujeita a muitos avanços e recuos, na busca daquele pormenor que não se conseguiu ver.

Marcas de um novo tempo

Os relógios são muito mais do que instrumentos que contabilizam a passagem do tempo.

Atualmente, são peças da mais precisa engenharia, do mais distinto design, da mais preciosa arquitetura. São, por isso mesmo, obras de arte que trazemos suspensas nos pulsos.

Para as marcas, conceber um relógio é uma tentativa de deixar uma marca no tempo. Uma marca que pretendem durável e icónica. A Hublot fê-lo ao criar o "Classic Fusion". Mas, não querendo ficar parada no tempo, aquela manufatura suíça resolveu dar uma nova vida a um dos seus modelos mais tradicionais, neste caso um cronógrafo de 45 mm, recorrendo a tecidos para o mostrador e para a bracelete. Como não podia deixar de ser, há vários padrões diferentes à escolha, como o atestam os 60 mil metros quadrados de tecidos de vários padrões utilizados na recriação deste "novo" relógio.

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Olá, sol.

Felizmente, uns dias (seguidos) de sol...

E antes que o mesmo se vá embora e o ameno da temperatura lhe faça companhia, nada melhor do que aproveitar a sua presença e dar umas voltinhas com uma roupa que, nem que seja por breves momentos, faça esquecer o inverno.  

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Calças | Quebramar

Camisola | Lacoste

Casaco | Tiffosi

Sapatos | Cole Haan

O melhor vermelho do mundo

Não sou grande admirador de cores berrantes.

Confesso até que sou um bocado, na verdade sou muito, "cinzentão". Prefiro cores que passem, e nos deixem passar, mais despercebidos. Contudo, não quer isto dizer que não aprecie tonalidades mais frescas ou mesmo mais quentes. Tem dias. E momentos.

Esta é uma das exceções que confirma esta regra. Nunca me passaria pela cabeça,aquando da compra de um carro, escolher o vermelho. Todavia, este é um caso diferente. Desde logo, não vou comprar o carro, depois, esta é uma cor diferente na paleta de cores, é um vermelho... Ferrari. E, nisso, sou um puritano. Se se compra um Ferrari, compra-se vermelho (Ferrari).

O novo Ferrari 812 Superfast é, acima de tudo, um Ferrari. E pronto, podia terminar por aqui. Estava tudo dito. Restava descer a página e apreciar as fotografias.

Mas, não. Ainda vou acrescentar que este automóvel sairá com o novo motor V12 de 6,5 litros e que é o carro de produção em série (signifique isto o que significar para a Ferrari) mais rápido e mais potente que a marca já fez. Com uma potência de 789 cavalos, vai dos 0 aos 100 Km/h nuns rápidos 2,9 segundos e atinge, de velocidade máxima mais de 340 Km/h. Um dado revelador da força deste motor, é o facto de apesar de a sua força máxima ser atingida às 7,000 rpm, com uns impressionantes 718 Nm, às 3,500 rpm, o motor já disponibiliza 80% da sua capacidade.

Para além da rapidez, e também como é cada vez mais usual, este Ferrari trará nova tecnologia. Neste caso, será o primeiro carro da marca a ser dotado de EPS (Electric Power Steering), uma tecnologia que, segundo a marca, permitirá explorar ao máximo o potencial e o desempenho deste automóvel.

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Um lugar de descanso

"No céu esteja quem fez o descanso."

Tão sábias palavras traduzem aquela que é uma das mais singelas e merecidas (e tantas vezes tão mal tratada) prioridades do ser humano: a procura de um descanso condigno e eficaz.

É com essa preocupação que, daqui, se endereçam três sugestões (bastante alternativas) para esse tão merecido descanso.A primeira opção é a mais trivial: um simples puff. Visto por muitos como um dos artigos essenciais, mas, também, complementar, para qualquer sala de estar, destaca-se pelo conforto e portabilidade. Este, em pele polida, tem a vantagem de combinar com a maioria dos espaços, e o mais importante, tem o, chamemos-lhe, "dom" de se adaptar às pretensões de qualquer vontade, tal é a sua maleabilidade. É, por isso, que se constitui como o lugar perfeito para se cair, quando se chega a casa, depois de um (longo) dia de trabalho.leather_bean_bag_2.jpg

Segue-se uma cadeira de todo "especial", mas que cumpre a sua essência natural: proporcionar o tão desejado descanso. A Gravity Balans é mais do que uma cadeira, é um elemento arquitetónico, mas que não será consensual em qualquer espaço. Projetada por Peter Opsvik para a Varier Furniture, tal como o nome sugere, esta cadeira tem a intenção de transmitir a sensação de liberdade dada pela flutuabilidade da ausência de gravidade. Conforto e ergonomia estão garantidos para um descanso puro.

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A última sugestão é a mais trivial: uma cama. Mas esta não é uma cama qualquer. Na sua essência, esta cama suspensa alia dois propósitos, o decorativo, ímpar pela sua originalidade, e o prático, ao permitir uma sensação de levitação que confere ao sono um conforto marcado pela sugestão de se pairar sobre as nuvens.fluttua-suspended-bed_1.jpg

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Seja qual for a sua opção, votos de um bom e merecido descanso.

Coimbra em 10 experiências imperdíveis

Fim de semana. Sol. Sair de casa.

Ideia: pass(e)ar por Coimbra (e arredores). Eis 10 momentos que não pode deixar de ter ao passar pela "cidade dos estudantes" (este epíteto é cada vez mais despropositado):

1. Visitar o Pátio das Escolas, abeirar-se do miradouro e contemplar as vistas (parte I). Não esquecer de subir ao cimo da cabra e contemplar as vistas (parte II). Não vá embora sem entrar na Biblioteca Joanina.

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3. Visitar as Sés (Velha e Nova).

4. Passar (e apreciar) o Arco da Almedina.

5. Visitar a Igreja de Santa Cruz e prestar homenagem aos fundador de Portugal, D. Afonso Henriques, e sua rainha, D. Mafalda de Saboia.

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5. Esparregar-se numa das esplanadas do Largo da Portagem e, pura e simplesmente, usufruir do momento de paz e sossego. Em alternativa, pode ter o mesmo momento de relax no Jardim Botânico ou no Penedo da Saudade.

6. Fazer uma visita à Rainha Santa Isabel, no Convento de Santa Clara, e aproveitar para contemplar a vista da cidade, do outro lado do rio Mondego.

7. Avivar memórias do antigo Portugal, no Portugal dos Pequenitos.

8. Sair em direção a Conímbriga e respirar o que ainda existe do antigo Império Romano.

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9. Regozijar-se com um belo e apetitoso leitão à Bairrada regado com um (bom) espumante.

10. Seguir rumo ao Luso. Parar para beber a original água do Luso. Seguir viagem e subir até ao Buçaco para se perder na beleza do Palácio Real. Se gostar de caminhar faça a Via Sacra. 

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 Boas visitas.

Nas asas de S. Valentim

Procura uma experiência de S. Valentim que fique na memória da sua cara metade? Não procure mais! 

Parta rumo às montanhas de Montpellier. Agora, guie-a pela encosta acima.

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Entre no cubo. Por esta altura, deve ser necessário sussurrar-lhe ao ouvido: "Vá, querida, não tenhas medo. Eu estou aqui."

Se conseguir fazê-la entrar consigo, sentem-se. Agora, deixem-se envolver pela paisagem e pelos barulhos da Natureza. Apreciem, unicamente, apreciem o momento e o local.

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Sim, a paisagem tem pouco que se lhe diga. É, digamos que... natural. Mas a experiência é, sem qualquer dúvida, arrepiante.

Vale o momento a dois e o estar cara a cara com o abismo. Sim, será, sem dúvida, um momento "We are the kings of the world!".