Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Profusão de luz

Quando a (muita) luz natural se encontra com um jogo de cores neutras, neste caso brancos e negros, o resultado só podia ser perfeito. A madeira faz o resto, dando aquele toque de vida natural.

Um espaço minimalista, em tudo, que o transforma num lugar tão apetecível para se viver. 1.jpg

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg 

7.jpg

8.jpg 

9.jpg

10.jpg

11.jpg 

Tenho asas nos pés

A Nike criou o Air Max Day para perpetuar uma das suas (duas) linhas de sapatilhas mais icónicas de sempre.

Na efeméride deste ano, a marca americana de artigos desportivos adicionou à família Air novos elementos: os Air VaporMax, que terão a parte superior em Flyknit flexível e um sistema de amortecimento de Air reinventado, e os Nike Air Max 1 Master, que contarão com uma série de padrões diferentes para simbolizar a história dos Air Max.

Eis sete dos magníficos:

1.jpg

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg

7.jpg

8.jpg

Não havia necessidade. Ou havia?

Todos nos habituámos à constante mudança. Vivemos, desde sempre, com ela. Agradecemos, até, de uma maneira geral, o que essa mudança nos oferece.

Uma das maiores mudanças dos últimos tempos, se não a maior, foi o avanço tecnológico e tudo o que ele alterou no dia a dia das pessoas. Está tão enraízado que já nem damos conta da sua presença nem o valorizamos, devidamente.

Mas (há sempre um mas nestas coisas), será que não podíamos, por vezes e em situações muito pontuais, ficar estagnados, pura e simplesmente ficar quietos e não mexer, não querer evoluir? É que, por vezes não há necessidade de estragar o que está bem feito. Não digo que possa acontecer muitas vezes, mas há algumas. E esta é uma dessas, raras, situações.

A Tag Heuer, conhecida e reconhecida fabricante de obras-primas que dão horas, lançou o seu segundo smartwatch, o Connected Modular 45.

2.jpg

Bem, pensa-se, se a marca lançou o segundo quer dizer que foi bem sucedida no lançamento do primeiro. Todavia, não é por errar uma vez, que se vai deixar de errar uma segunda vez. Ainda para mais, quando não se considera um erro, o que se fez primeiro.

Pois bem, por aqui apreciam-se os Tag Heuer originais (na pura acessão da palavra), com todas as rodas dentadas e mecanismos característicos do interior de um relógio, sem mudanças de visual ao passar os dedos pelo mostrador ou pelos elementos apensos ao mesmo.

3.jpg 

4.jpg 

6.jpg

Como forma de respeito por todos os que diferem da mera opinião aqui manifestada, só se acrescenta que o relógio continua a ser lindo, tal como se pôde ver. Melhor, torna-se ainda mais primoroso dado que cada um pode fazer o seu relógio à sua medida e gosto, pois o modelo aposta sobretudo na personalização exterior, sem esquecer o que se procura neste tipo de aparelhos: uma panóplia imensa de funcionalidades, neste caso do Android Wear. Ao todo, são 56 as combinações diferentes que o Connected Modular 45 proporciona. E há opções para todos os gostos, para eles e para elas: mostradores em ouro, diamante, alumínio, titânio e cerâmica e pulseiras em borracha, couro ou cerâmica.

1.jpg

O mostrador, que mede 45 milímetros, é um ecrã AMOLED de 1,39 polegadas. Dentro da sua caixa, estão 512 MB de memória RAM e 4 GB de armazenamento. Este equipamento integra, ainda, um sensor GPS e NFC, para pagamentos com o smartwatch. O sistema operativo é o Android Wear 2.0 que traz todas as suas funcionalidades: sistema de navegação passo-a-passo, consulta de mensagens de texto, do calendário ou Google Assistant. Um dos pontos fortes desta máquina, são as 25 horas que a sua corda, perdão bateria, promete durar.

 

Uma causa em tons de vermelho

Não gosto, aliás, detesto, estar sempre a falar do mesmo. Mas, desta vez, tem de ser. A situação exige-o. É imperativo que volte a falar, outra vez e sem pausas pelo meio, de duas coisas: do vermelho (parece perseguição!!!) e da Apple.

A situação expõe-se em poucas palavras e, depois, cada um vai à sua vida.

A Apple colocará no mercado uma edição especial dos seus iPhone 7 e iPhone 7 Plus em vermelho, iPhone 7 (PRODUCT)RED™ Special Edition, para ser mais preciso. 

2.jpg 

Refere-se esta iniciativa, porque se trata de uma campanha solidária por parte da marca de Cupertino que, mais uma vez, se associou ao programa (RED), para apoiar ações de luta contra o VIH/SIDA. Aconselhamento, despistagem e fornecimento de medicamentos para impedir a transmissão do VIH da mãe para o feto são algumas dessas iniciativas. Neste caso específico, cada venda representará mais um passo importante na criação de uma geração livre de SIDA.

E, porque a perfeição não existe, este modelo tem um defeito Na verdade, não é bem um defeito, já que gostos não se discutem, mas seria preferível, por uma questão estética, que o painel frontal do smartphone fosse negro em vez de branco. A combinação vermelho mate e negro brilhante seria perfeita. Uma questão de gosto pessoal.

Se, por acaso, fossem necessários mais motivos para comprar um destes iPhones, aí estão eles: a sua beleza e a contribuição para uma causa solidária.

Regresso ao passado

E se, de repente, lhe passassem isto para as mãos?

1.pngPerguntaria:

- O que é isto?

Ou exclamaria:

- Ahhhhh!

Se deu a primeira resposta é porque esta imagem não lhe traz nada à memória. Certamente, é daqueles que pensa que a década de 80 já faz parte da Pré-História e, por isso, apenas se pode aceder através de livros, da Internet ou daqueles canais específicos que apenas existem na televisão por cabo.

Se não conseguiu conter uma abertura da cavidade oral maior do que aquela que tem agora, é porque a zona da memória do seu cérebro foi estimulada e o transportou para um tempo em que recorda o nascimento da tecnologia nos saudosos anos 80.

Mas, afinal, o que é isto?

2.jpg

Bem, isto é um moderno iPhone 7 Plus, ou melhor um iPhone 7 Plus Retro Edition criado pela Colorware e "vestido" com o aspeto original que a Apple tinha nos pretéritos anos 80. Por fora, um look vintage, alusivo aos primeiros Macintosh' s da marca de Silicon Valley, mas, por dentro, o que o presente tem de melhor. Está lá tudo: o logotipo clássico, com a versão original da maçã em arco-íris, as riscas beges, a imitar as aberturas de ar, e o potente smartphone, tão desejado nos nossos dias.

Para aguçar o desejo, esta peça de coleção apenas estará ao dispor de 25 sortudos.

A maldição do vermelho

Estas palavras não deveriam ser sobre uma cor, fosse ela qual fosse. Acontece é que, mais uma vez, a cor impôs-se às palavras. A demoníaca cor, ou simplesmente o vermelho, voltou a ganhar um protagonismo indevido e até, digamos, indecoroso.

Fujamos, pois, da maldição que cola os olhos e a mente ao que quer que seja vermelho e sejamos mais fortes.

Se se perguntar a um homem qual é o seu carro de eleição, há francas, para não dizer muitas possibilidades, de se obter como resposta, isto...

1.jpg

 ... e isto é (para quem ainda não percebeu) um Porsche 911. 

Este é, sem margem para dúvidas, um dos modelos mais sonhados e cobiçados por todos aqueles que apreciam um bom carro. Entende-se o adjetivo bom como um compêndio de tudo o que se possa imaginar e esperar de um automóvel. Sim, a palavra perfeito também conta!

Sabendo e aproveitando esse fascínio, a Porsche adicionou mais um membro à já extensa família 911: o novíssimo GT3.

Desde logo, o Porsche 911 GT3 não é um carro banal, - nem o podia ser, pois trata-se de um Porsche! - é um carro de corridas devidamente legalizado para ser conduzido nas estradas. O seu capot esconde o mesmo motor que os seus irmãos 911 que ganham a vida a fazer corridas. 

Esta maravilha da engenharia, arquitetura e demais ciências envolvidas na sua conceção, usa um motor de 4,0 l com seis cilindros, capaz de debitar 500 cv, para atingir nuns alucinantes 3,2 segundos os 100 km/h e só parar quando chega perto dos 320 km/h. Para garantir uma maior estabilidade, agilidade e segurança, a marca alemã dotou este automóvel com um sistema que move o eixo traseiro em concordância com as rodas dianteiras, isto é, as rodas traseiras viram para o mesmo lado ou para o lado contrário das rodas da frente, dependendo da velocidade a que circula o carro.

Por dentro, este Porsche 911 GT3 também não desilude. Remete, igualmente, para o universo das corridas automobilísticas, mostrando-se elegante, confortável e arrojado.

Eis, o Porsche 911 GT3.

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg

7.jpg

8.jpg

Combinação perfeita de salmão, batatas e molho de iogurte

Para hoje, uma refeição com 4 s' s: saudável, saborosa, simples e com... salmão. 

salmon-and-yogurt.jpg

Salmão e batatas com molho de iogurte (Dinner: a Love Story)

Vamos começar?

Liga-se o forno a 200º C.

Numa superfície plana, abre-se uma folha de papel vegetal.

Dispõem-se folhas de couve (à escolha) limpas de talos e ripadas em bocados pequenos, fatias finas de batata e de chalota e, no topo, o filete de salmão.

Tempera-se com sal e pimenta preta moída no momento.

Por cima, espalha-se rodelas finas e limpas de grainhas de limão e rega-se com um fio de azeite.

Fecha-se o papel em forma de envelope com todas as junções bem fechadas.

Coloca-se num tabuleiro.

Vai ao forno durante 20 minutos.

Enquanto se espera, junta-se iogurte magro, mostarda de Dijon, endro fresco picado finamente e rábano ralado finamente. Tempera-se com sal e pimenta.

Passado o tempo de cozedura, abre-se o envelope com muito cuidado (o vapor está muito quente!) e, antes de comer, espalha-se o molho de iogurte.

Muitas e deliciosas garfadas e nenhum sentimento de culpa.

Paredes meias com a história

Já se sabe que cada casa conta uma história. E, mesmo, que muitas casas reinventam a sua própria história.

Esta é um caso particular disso mesmo. Uma casa que queria reconstruir a sua história a partir da sua própria reconstrução. Contudo, o que nunca se quer numa situação como esta aconteceu e limitou o cumprimento do objetivo inicial: tornou-se impossível manter a velha estrutura e apenas foi possível "salvar" partes da construção original. Resultado: uma nova casa assente no que restou da sua antecessora - uma parede de tijolos amarelos que liga o passado com o presente, de onde quer que se olhe, seja dentro ou fora desta nova casa.

Uma nota importante para a luminosidade desta habitação, que resulta da "caótica" disposição de janelas e clarabóias que criam um harmonioso jogo de sombras. E, depois, claro, o toque minimalista dos materiais, da decoração e da disposição dos vários elementos que compõem e ligam esta casa.

1.jpg

2.jpg

3.jpg

4.jpg

5.jpg

6.jpg

7.jpg

9.jpg8.jpg

10.jpg

11.jpg12.jpg

13.jpg

14.jpg

15.jpg

16.jpg

 

 

Ecos tecnológicos de Barcelona

A MWC17 (World Mobile Congress 2017), que decorreu em Barcelona, trouxe aos olhos do mundo as novidades que se podem esperar, para este ano, no que diz respeito a novos smartphones. Todas as grandes (e pequenas) marcas - à exceção da Apple e da Samsung - marcaram o seu território neste muito competitivo setor. E só há a dizer que ficou muita água na boca.

Destaco os modelos P10 e P10 Plus, da Huawei. Design simplesmente perfeito, performances fotográficas de topo (a parceria com a Leica é do outro mundo) e software fiável e fluido fizeram destes modelos, para muitos, as estrelas do certame.

Huawei P10.jpg

Poder-se-ia pensar que a diferença entre estes dois terminais estaria apenas no tamanho, mas isso está longe de ser verdade. O P10 Plus é maior em tudo. No tamanho (5,1'' do P10 face às 5,5'' do P10 Plus), na resolução do ecrã (FHD / 2K), no desempenho (apesar do mesmo processador, um tem 4GB de RAM e outro tem 6GB), na capacidade de armazenamento (64GB / 128GB, mas expansíveis até 256GB, via micro SD, em ambos) e na autonomia (3,200 mAh / 3,750 mA).

Sem dúvidas, um topo na sua gama!

Pág. 1/2