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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Profusão de luz

Quando a (muita) luz natural se encontra com um jogo de cores neutras, neste caso brancos e negros, o resultado só podia ser perfeito. A madeira faz o resto, dando aquele toque de vida natural.

Um espaço minimalista, em tudo, que o transforma num lugar tão apetecível para se viver. 1.jpg

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Tenho asas nos pés

A Nike criou o Air Max Day para perpetuar uma das suas (duas) linhas de sapatilhas mais icónicas de sempre.

Na efeméride deste ano, a marca americana de artigos desportivos adicionou à família Air novos elementos: os Air VaporMax, que terão a parte superior em Flyknit flexível e um sistema de amortecimento de Air reinventado, e os Nike Air Max 1 Master, que contarão com uma série de padrões diferentes para simbolizar a história dos Air Max.

Eis sete dos magníficos:

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Não havia necessidade. Ou havia?

Todos nos habituámos à constante mudança. Vivemos, desde sempre, com ela. Agradecemos, até, de uma maneira geral, o que essa mudança nos oferece.

Uma das maiores mudanças dos últimos tempos, se não a maior, foi o avanço tecnológico e tudo o que ele alterou no dia a dia das pessoas. Está tão enraízado que já nem damos conta da sua presença nem o valorizamos, devidamente.

Mas (há sempre um mas nestas coisas), será que não podíamos, por vezes e em situações muito pontuais, ficar estagnados, pura e simplesmente ficar quietos e não mexer, não querer evoluir? É que, por vezes não há necessidade de estragar o que está bem feito. Não digo que possa acontecer muitas vezes, mas há algumas. E esta é uma dessas, raras, situações.

A Tag Heuer, conhecida e reconhecida fabricante de obras-primas que dão horas, lançou o seu segundo smartwatch, o Connected Modular 45.

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Bem, pensa-se, se a marca lançou o segundo quer dizer que foi bem sucedida no lançamento do primeiro. Todavia, não é por errar uma vez, que se vai deixar de errar uma segunda vez. Ainda para mais, quando não se considera um erro, o que se fez primeiro.

Pois bem, por aqui apreciam-se os Tag Heuer originais (na pura acessão da palavra), com todas as rodas dentadas e mecanismos característicos do interior de um relógio, sem mudanças de visual ao passar os dedos pelo mostrador ou pelos elementos apensos ao mesmo.

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Como forma de respeito por todos os que diferem da mera opinião aqui manifestada, só se acrescenta que o relógio continua a ser lindo, tal como se pôde ver. Melhor, torna-se ainda mais primoroso dado que cada um pode fazer o seu relógio à sua medida e gosto, pois o modelo aposta sobretudo na personalização exterior, sem esquecer o que se procura neste tipo de aparelhos: uma panóplia imensa de funcionalidades, neste caso do Android Wear. Ao todo, são 56 as combinações diferentes que o Connected Modular 45 proporciona. E há opções para todos os gostos, para eles e para elas: mostradores em ouro, diamante, alumínio, titânio e cerâmica e pulseiras em borracha, couro ou cerâmica.

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O mostrador, que mede 45 milímetros, é um ecrã AMOLED de 1,39 polegadas. Dentro da sua caixa, estão 512 MB de memória RAM e 4 GB de armazenamento. Este equipamento integra, ainda, um sensor GPS e NFC, para pagamentos com o smartwatch. O sistema operativo é o Android Wear 2.0 que traz todas as suas funcionalidades: sistema de navegação passo-a-passo, consulta de mensagens de texto, do calendário ou Google Assistant. Um dos pontos fortes desta máquina, são as 25 horas que a sua corda, perdão bateria, promete durar.

 

Uma causa em tons de vermelho

Não gosto, aliás, detesto, estar sempre a falar do mesmo. Mas, desta vez, tem de ser. A situação exige-o. É imperativo que volte a falar, outra vez e sem pausas pelo meio, de duas coisas: do vermelho (parece perseguição!!!) e da Apple.

A situação expõe-se em poucas palavras e, depois, cada um vai à sua vida.

A Apple colocará no mercado uma edição especial dos seus iPhone 7 e iPhone 7 Plus em vermelho, iPhone 7 (PRODUCT)RED™ Special Edition, para ser mais preciso. 

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Refere-se esta iniciativa, porque se trata de uma campanha solidária por parte da marca de Cupertino que, mais uma vez, se associou ao programa (RED), para apoiar ações de luta contra o VIH/SIDA. Aconselhamento, despistagem e fornecimento de medicamentos para impedir a transmissão do VIH da mãe para o feto são algumas dessas iniciativas. Neste caso específico, cada venda representará mais um passo importante na criação de uma geração livre de SIDA.

E, porque a perfeição não existe, este modelo tem um defeito Na verdade, não é bem um defeito, já que gostos não se discutem, mas seria preferível, por uma questão estética, que o painel frontal do smartphone fosse negro em vez de branco. A combinação vermelho mate e negro brilhante seria perfeita. Uma questão de gosto pessoal.

Se, por acaso, fossem necessários mais motivos para comprar um destes iPhones, aí estão eles: a sua beleza e a contribuição para uma causa solidária.

Regresso ao passado

E se, de repente, lhe passassem isto para as mãos?

1.pngPerguntaria:

- O que é isto?

Ou exclamaria:

- Ahhhhh!

Se deu a primeira resposta é porque esta imagem não lhe traz nada à memória. Certamente, é daqueles que pensa que a década de 80 já faz parte da Pré-História e, por isso, apenas se pode aceder através de livros, da Internet ou daqueles canais específicos que apenas existem na televisão por cabo.

Se não conseguiu conter uma abertura da cavidade oral maior do que aquela que tem agora, é porque a zona da memória do seu cérebro foi estimulada e o transportou para um tempo em que recorda o nascimento da tecnologia nos saudosos anos 80.

Mas, afinal, o que é isto?

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Bem, isto é um moderno iPhone 7 Plus, ou melhor um iPhone 7 Plus Retro Edition criado pela Colorware e "vestido" com o aspeto original que a Apple tinha nos pretéritos anos 80. Por fora, um look vintage, alusivo aos primeiros Macintosh' s da marca de Silicon Valley, mas, por dentro, o que o presente tem de melhor. Está lá tudo: o logotipo clássico, com a versão original da maçã em arco-íris, as riscas beges, a imitar as aberturas de ar, e o potente smartphone, tão desejado nos nossos dias.

Para aguçar o desejo, esta peça de coleção apenas estará ao dispor de 25 sortudos.

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