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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

17 de Março, 2017

Paredes meias com a história

Já se sabe que cada casa conta uma história. E, mesmo, que muitas casas reinventam a sua própria história.

Esta é um caso particular disso mesmo. Uma casa que queria reconstruir a sua história a partir da sua própria reconstrução. Contudo, o que nunca se quer numa situação como esta aconteceu e limitou o cumprimento do objetivo inicial: tornou-se impossível manter a velha estrutura e apenas foi possível "salvar" partes da construção original. Resultado: uma nova casa assente no que restou da sua antecessora - uma parede de tijolos amarelos que liga o passado com o presente, de onde quer que se olhe, seja dentro ou fora desta nova casa.

Uma nota importante para a luminosidade desta habitação, que resulta da "caótica" disposição de janelas e clarabóias que criam um harmonioso jogo de sombras. E, depois, claro, o toque minimalista dos materiais, da decoração e da disposição dos vários elementos que compõem e ligam esta casa.

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16 de Março, 2017

Ecos tecnológicos de Barcelona

A MWC17 (World Mobile Congress 2017), que decorreu em Barcelona, trouxe aos olhos do mundo as novidades que se podem esperar, para este ano, no que diz respeito a novos smartphones. Todas as grandes (e pequenas) marcas - à exceção da Apple e da Samsung - marcaram o seu território neste muito competitivo setor. E só há a dizer que ficou muita água na boca.

Destaco os modelos P10 e P10 Plus, da Huawei. Design simplesmente perfeito, performances fotográficas de topo (a parceria com a Leica é do outro mundo) e software fiável e fluido fizeram destes modelos, para muitos, as estrelas do certame.

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Poder-se-ia pensar que a diferença entre estes dois terminais estaria apenas no tamanho, mas isso está longe de ser verdade. O P10 Plus é maior em tudo. No tamanho (5,1'' do P10 face às 5,5'' do P10 Plus), na resolução do ecrã (FHD / 2K), no desempenho (apesar do mesmo processador, um tem 4GB de RAM e outro tem 6GB), na capacidade de armazenamento (64GB / 128GB, mas expansíveis até 256GB, via micro SD, em ambos) e na autonomia (3,200 mAh / 3,750 mA).

Sem dúvidas, um topo na sua gama!

15 de Março, 2017

O primeiro Cavallino Rampante saiu à rua há 70 anos

A Ferrari está em festa.

Tudo porque esta semana passam 70 anos desde que Enzo Ferrari fez primeiro test-drive pelas ruas de Maranello, o berço da marca, em Itália, ao volante de um (Ferrari) 125 S.

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Para comemorar a efeméride, a Ferrari fez o que, garantidamente, sabe fazer de melhor: criou mais um (super)carro, o LaFerrari Aperta.

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Palavras para quê?

Importa, ainda, referir que esta obra prima italiana, para além da beleza que salta à vista de todos, oferece performances de outro mundo, proporcionadas pelo motor de 963 cv de potência combinada, entre o seu motor V12 de 6262 cc e 800 cv e o motor elétrico de 163 cv, num binário de mais de 900 Nm. Torna-se, por isso fácil ultrapassar os 350 Km/h de velocidade máxima em cerca de 15 segundos, já que passamos pelos 100 Km/h em menos de 3 s e pelos 200 Km/h em menos de 7 s.

Caso seja seu desejo associar-se às celebrações dos 70 anos da Ferrari, comprando este carro, fica a saber que os 200 que foram produzidos já estão todos vendidos, pelo que terá de escolher outro modelo da marca

Não se fique, contudo, a pensar que a Ferrari não se preocupa com os seus fãs espalhados pelo mundo. Assim, para que todos tenham oportunidade de ver este veículo comemorativo, a marca construirá mais sete LaFerrari Aperta adicionais que marcarão presença nos eventos comemorativos que a marca tem marcados pelo mundo.

14 de Março, 2017

Graça Morais: cem ressonância(s)

E mais uma tarde dedicada à arte. Mais propriamente à pintura de Graça Morais.

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São mais de 100 as obras que se podem ver, rever, apreciar ou analisar, minuciosamente ou mais ao de leve. Quem o escolhe é o visitante, numa experiência imperdível e única. Diria mesmo que cometendo a feliz "loucura" de ir mais de uma vez, que será sempre uma vivência nova e sem antecedentes.

Ressonâncias: da voz e dos ecos é o nome da exposição, patente na Fundação Champalimaud, que reúne, para além de uma centena de quadros já conhecidos e propriedade do coleccionador José Pedro Paço D'Arcos, ainda, mais dez obras inéditas de Graça Morais.
E para todos aqueles que veem uma ida a uma exposição destas como um ato de snobismo ou elitismo (seja lá o que isso queira dizer na prática) ficam a saber que, no meio de tal acervo, encontrarão referências bem conhecidas à atualidade, como é o caso da situação presente nos Estados Unidos da América, após a eleição de Donald Trump, ou o sucedido com o jovem Rúben Cavaco, que foi agredido pelos filhos do ex-embaixador iraquiano em Portugal. É caso para dizer que, aqui, temos cultura para todos os gostos e feitios. Obrigado, Graça, por não deixar ninguém sem a sua quota artística!

13 de Março, 2017

Dupla perfeita

Por vezes, há histórias que acabam assim...

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... perfeitas!

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Esta Yamaha XV1000 é uma dessas histórias.

Pedida apenas como uma banal pintura personalizada à conhecida Ortolani Customs, cedo aqueles artesãos se desviaram deste objetivo. No lugar daquela que seria uma obra de arte meramente pictórica, nasceu uma mota personalizada e idealizada, peça por peça. E, como pode ser comprovado, nada foi deixado ao acaso.

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À volta do quadro redesenhado incorporaram-se harmoniosamente todos os restantes elementos, conseguindo uma agradável conjugação entre o espírito puritano da mota original e a tecnologia que se exige na atualidade. A atenção ao detalhe foi de tal modo que há pormenores deliciosos, como é o caso da luz traseira integrada no banco de cabedal.

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Para complementar esta maravilha de duas rodas, recomenda-se um casaco à altura.

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Este é um casaco de cabedal Thunderbird, da Spidi, que alia a sua beleza, num intemporal estilo vintage, à segurança, garantida pela proteção CE, especialmente nos ombros e cotovelos.

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Sem dúvida, uma dupla perfeita.

10 de Março, 2017

Nostálgica escrita

Por vezes, a saudade aperta e relembra-se o passado, imortalizando-o na escrita para que não volte a escapar da memória. Todavia, voltar ao passado constitui-se um exercício residual e redutor, pois é feito apenas mentalmente, uma vez que, fisicamente, nada muda.

E se disser que da próxima vez que escrever no computador ou no tablet pode sentir, fisicamente, o passado nas teclas que prime com os seus dedos? Pois é, com o novo teclado Lofree volta-se a poder experienciar o antigo escrever à máquina. E isto nos mais díspares dispositivos tecnológicos e sistemas operativos, podendo emparelhar-se com um máximo de três equipamentos.

1.jpgComo distinta peça de design, pelo seu aspecto vintage, traz à memória aquele toque mecânico das antigas máquinas de escrever. Em várias cores e retroiluminado, este teclado é uma tentativa bem conseguida de fazer coincidir o passado e o presente.

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09 de Março, 2017

Casa: uma difícil definição

- Lar doce lar.

Poderia acabar com estas palavras (mais) um dia. Mas, ao abrir a porta, o que é que se veria? Que singularidade de lar seria essa?

Uma hipotética resposta seria que a casa é a extensão do ADN do(s) seu(s) habitantes. Por isso, a "concha" de cada um tem muito a dizer sobre quem lá mora. Ou será o contrário?

Agora, imagine-se um vulgo espaço industrial. Coloque-se lá dentro uma família prática e despojada dos teres e haveres mais (f)úteis que (pre)enchem uma casa. Reduza-se tudo ao mais pragmático e funcional. Resultado? Mais uma definição de casa.

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07 de Março, 2017

Mulheres espaciais

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Sally Ride, Mae Jemison, Margaret Hamilton, Nancy Grace Roman e Katherine Johnson são as cinco mulheres que serão imortalizadas pela Lego numa coleção que visa perpetuar o enorme contributo destas trabalhadoras da NASA nas mais importantes missões da Agência Espacial norte-americana.

Segundo a Lego, este objeto de coleção assume-se como um ajuste de contas com a História, numa tentativa de atribuir a estas super-mulheres a importância merecida pelo seu papel nas várias missões em que deram o seu contributo. Para além disso, pretende revestir-se de um enorme potencial de inspiração para as gerações vindouras.

Nancy Grace Roman é a astrónoma conhecida como a "mãe do Hubble", o telescópio espacial lançado em 1990; Katherine Johnson é a matemática que calculou as trajetórias de várias missões da NASA, incluindo a que pôs um homem na Lua pela primeira vez; Margaret Hamilton é a engenheira informática por trás de várias missões; Sally Ride e Mae Jemison são ambas astronautas e físicas, tendo a primeira sido a primeira mulher norte-americana no espaço, em 1983, e a segunda a primeira mulher negra no espaço, em 1992.