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Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

Eu vou indo

Porque alguém tem de ser o primeiro a explorar, ver ou partir para se poder chegar, conhecer ou usufruir. Eu vou indo...

06 de Março, 2017

Da agrura dos campos para o charme da cidade

Quando em 1970, a inglesa Land Rover lançou seu primeiro modelo, o Range Rover, estava longe de imaginar que do seu primeiro jipe, concebido para uma utilização agrícola, evoluíria para um segmento urbano e luxuoso, bem ao gosto dos utilizadores atuais.

Uma das provas desta intenção, ou falta da mesma, é o facto de, desde então, a marca apenas ter lançado dois outros modelos, o Sport e o Evoque. Pois bem, depois de vários anos reduzida a estes três modelos, a marca de terras de Sua Majestade anunciou o quarto membro da sua elitista família, o Range Rover Velar.

Este modelo corta abruptamente com a tradição das linhas originais do modelo pioneiro, pesadas e quase que traçadas a régua e esquadro, e chama a atenção pelas longas linhas curvas que o compõem, devidamente enquadradas no spoiler traseiro, que parece estender o tejadilho, e nos puxadores das portas, que apenas surgem quando para isso são necessários.

Ainda mais distante do modelo original está o interior deste SUV, mas neste campo a admiração é menor, já que o avanço tecnológico dos últimos anos ditou um afastamento abissal face aos modelos mais antigos. No Velar, o interior vem repleto de nova tecnologia, com destaque para um volante dominado por dois mini-écrãs com a mais recente tecnologia touch, uma consola central dominada por dois touchscreens de 10 polegadas e um ecrã (HUD) que surge projetado no pára-brisas.

Quanto a motores, o Velar disponibilizará três: um diesel, de 180 cavalos, e dois a gasolina, um 2.0 l de 4 cilindros com 247 cavalos e  outro com 380 cavalos num bloco V6 de 3.0 l. Com tração às quatro rodas, este Land Rover oferece, ainda, como opção, a tecnologia All-Terrain Controle, que permite ao condutor manter a velocidade, seja qual for o piso em que circule.

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04 de Março, 2017

A primeira vez da Porsche

Há sempre uma primeira vez para tudo. E parece-me que a da Porsche chegou.

Inaugurando um novo segmento, e por que não dizê-lo uma nova tendência, a marca alemã tem pronta a sua primeira carrinha, a nova Porsche Panamera Sport Turismo. Afiança a marca que aquele que será o mais familiar dos Porsche manterá todos os valores e atributos associados à marca.

Tendo por base o Panamera, esta nova Sport Turismo terá praticamente as mesmas dimensões da berlina e apresentará, pela primeira vez, três lugares atrás, numa configuração 2+1 em que os dois lugares traseiros exteriores apresentarão a forma de assentos individuais. Interessará, neste caso, saber que a bagageira terá acionamento elétrico e 520 litros de capacidade, podendo chegar aos 1390 litros com os bancos rebatidos.

Nos motores não haverá novidades, uma vez que o Sport Turismo fará uso dos motores já utilizados pelo Panamera. A gama iniciar-se-á no Panamera 4 Sport Turismo, de 330 cv, e terá a sua versão de topo no Panamera Turbo Sport Turismo, de 550 cv. Haverá, ainda, uma versão híbrida, o Panamera 4 E-Hybrid Sport Turismo, que oferecerá 440 cavalos, graças à combinação do motor V6, de 2,9 l, com o motor elétrico.

Enquanto esta maravilha não chega às nossas garagens, fiquemo-nos pelas fotografias.

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03 de Março, 2017

Divertimento total

Há muito que idealizava uma consola assim. Uma consola que pudesse ser utilizada em casa, ligada à televisão, e, por isso mesmo, proporcionar uma alta performance e uns gráficos de excelência, e que pudesse, instantes depois, ser levada para qualquer lado, para aqueles momentos de diversão fora de casa..

Pois bem, esse desejo concretizou-se, hoje, com o início da comercialização da nova Nintendo Switch.

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A Nintendo Switch é um conceito inovador que parte do lema "Joga quando, onde e como quiseres”. Desde logo, pode ser ligada ao televisor da sala, numa utilização fixa, mas rapidamente pode ser transformada numa consola portátil. Para além disso, ainda pode ser colocada num modo "apoiado", permitindo ser jogada no modo portátil, mas oferecendo todo o conforto de, por exemplo, uma sala ou um quarto. Desta forma, atinge-se talvez o maior objetivo deste produto: transformar o jogo nesta consola num momento social e longe do conceito isolado e claustrofóbico das clássicas consolas. Isto, porque é possível, com várias consolas, aumentar o número de jogadores, até 8, via Wi-Fi, usufruindo de uma experiência de jogo, até agora, pouco comum.

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Numa perspetiva de mero utilizador, para além do já referido, outro elemento que adorei foi os comandos da consola. Primeiro, pelo facto de encontrar na caixa dois comandos. Depois, porque chamar-lhes simplesmente comandos, parece-me pouco e redutor. Na verdade, são duas grandes inovações, mostrando versatilidade, já que podem montar-se e desmontar-se, numa utilização em modo fixo, ou ser encaixados nas laterais da consola para ser usada no modo portátil. Para além disso, estes novos comandos conferem uma experiência de utilização nunca antes vista já que utilizam um sistema de vibração HD que torna a experiência de jogo muito, mas mesmo muito, real.

Nos aspectos técnicos, esta Nintendo Switch oferece a aparência de um tablet (com os comandos colocados de lado), num ecrã multitouch de 6,2 polegadas e uma resolução de 1280 x 720. Transmite em HD, quer quando utilizada em modo portátil (720p), quer em utilização fixa (1080p). Como seria de exigir, dada a sua portabilidade, a sua leveza chega a surpreender. Outro aspecto importante é a bateria, que pode durar entre 3 e 6 horas, dependendo da utilização a que está sujeita.

Não sendo perfeita, esta consola abrange um público muito vasto e obriga a respostas inovadoras por parte da concorrência. Mas, a meu ver, o que ditará o sucesso ou o insucesso da mesma serão os jogos que a Nintedo lançará no mercado, pois de que serve ter uma boa consola se não houver jogos à sua altura para lá serem jogados?

Para já, uma coisa parece-me garantida: longos e muito bons momentos de diversão, quer a miúdos, quer a graúdos.

02 de Março, 2017

No ninho.

Quando se viaja, a maior parte de nós escolhe hotéis banais ou com poucos motivos que os distingam dos demais. Procura-se o conforto e a comodidade no trivial diário. Busca-se um espaço que faça lembrar o acolhedor lar e que, por analogia, faça sentir-se em casa.

Convenhamos, que falamos de um nicho muito reduzido de espaços que oferecem uma rutura total com o básico e o usual. A situação agrava-se, quando o espaço envolvente também foge ao habitual e temos, desta forma, várias particularidades todas reunidas.

Particularidades, é disso que se trata.

Na Suécia, reuniram-se, digamos que, várias particularidades. Uma floresta serve de cenário a uma história em que passamos de humanos a pássaros. Batemos asas e regressamos ao ninho. No sentido literal do termo.

No meio do bosque, entre as ramagens das árvores, inacessível, como um qualquer ninho que se quer camuflado, esconde-se uma cabine repleta de comodidade. Um espaço que comunica com o exterior, para além da escada por onde se acede ao quarto, unicamente por pequenas vigias, mantendo a proteção e a privacidade que se espera de um... ninho.

Um espaço singular que, por isso mesmo, estará na mente de poucos.

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